- Restam 20 voltas para o fim das 500 Milhas de Indianápolis de 2026, e a liderança está com Pato e Felix Rosenqvist.
- A corrida depende principalmente do consumo de etanol, com o grupo que não fez paradas buscando chegar sem reabastecimentos.
- Pato mantém o ritmo na frente, apostando que uma bandeira amarela possa reduzir o uso de combustível.
- Rosenqvist prioriza a economia, gerenciando a mistura do motor e o vácuo para chegar ao final com mais reserva.
- Marcus Armstrong encostou nos ponteiros, mudando a dinâmica da ponta e pressionando pela vitória nas 20 voltas finais.
A edição de 2026 das 500 Milhas de Indianápolis entra na fase decisiva no Indianapolis Motor Speedway. Restando 20 voltas, a definição depende do consumo de etanol. Pato lidera após as paradas de box, seguido por Felix Rosenqvist, que administra a reserva de combustível.
Pato optou por manter ritmo elevado sem restrição de consumo, apostando em uma bandeira amarela para reduzir o uso de combustível. Se a prova neutralizar, é possível chegar até a volta 200 sem pit stop adicional.
Rosenqvist mantém o controle estratégico, priorizando economia de combustível. O piloto gerencia a mistura do motor e o vácuo para estender a autonomia, visando concluir a corrida sob bandeira verde.
Armstrong avança e complica o cenário
Marcus Armstrong reduziu a diferença para os líderes e entrou na briga pelo triunfo. A aproximação dele força os líderes a acelerar, o que pode comprometer as reservas de combustível nos minutos finais.
As equipes monitoram telemetria de perto para orientar as decisões dos pilotos na reta final. A diferença de combustível entre os carros e o ritmo dos perseguidores mantêm a competição aberta até a linha de chegada.
A direção de prova acompanha as condições da pista para assegurar o fluxo de voltas necessário para definir o vencedor da edição de 2026.
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