- Na Roland Garros, cerca de vinte tenistas reivindicam que os Grand Slams repassem 22% das receitas aos jogadores, com o protesto ocorrendo durante as coletivas de imprensa.
- Novak Djokovic não participou do movimento e afirmou não estar entre os 15 minutos de perguntas programados.
- O grupo busca pressionar antes de uma reunião entre representantes dos atletas e a Federação Francesa de Tênis, organizadora do torneio.
- O objetivo é aumentar a fatia destinada aos jogadores, hoje próxima de 15%.
- Entre os protestantes, Taylor Fritz e Mirra Andreeva participaram das ações, com o tempo de fala cronometrado pelos jornalistas.
O torneio de Roland Garros começou sob tensão. Grandes nomes do tênis pedem uma fatia maior das receitas dos Grand Slams, inclusive com a cobrança de 22% do total gerado pelas provas. A atmosfera de imprensa ficou marcada por limites de tempo para as perguntas.
Entre os jogadores, a defesa dos direitos financeiros ganhou força, com atletas de alto ranking pressionando os organizadores. A cobrança é de que o retorno aos atletas seja proporcional à renda gerada pelos torneios e aos direitos de transmissão.
Novak Djokovic escolheu não participar do protesto de imprensa, destacando que não integra o movimento. Mesmo assim, Barbacena de lideranças admite que o grupo representa a maioria dos jogadores e cobre também quem está fora dos primeiros lugares.
Protesto e dinâmica de comunicação
Pouco antes da reunião entre representantes dos atletas e a FFT, cerca de vinte tenistas limitaram o tempo de fala na coletiva. A estratégia visou ampliar a pressão pública sem prejudicar a cobertura do torneio.
A delegação enfatizou que a demanda não visa enriquecer apenas os top players, mas beneficiar toda a base do ranking. Relatos indicam que a adesão varia entre 20 atletas, com apoio de alguns nomes de ponta, incluindo aspirantes a tornar-se referências.
Entre as declarações, o objetivo é que os atletas sejam ouvidos e recebam tratamento justo nas negociações sobre pensões, prêmios e redistribuição de receitas. Parte do grupo sinalizou disposição para canais formais de diálogo.
Tomando o percurso da coletiva, houve momentos de concisão na fala de alguns atletas e interrupções pontuais para atender aos interesses televisivos. A situação reflete a tentativa de alinhar clube, imprensa e público em torno do tema.
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