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F1 Canadá: McLaren admite erro com pneus intermediários

McLaren justifica aposta em pneus intermediários no Canadá, que comprometeu Norris e Piastri após chuva rápida e volta extra de formação prejudicarem a estratégia

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  • A McLaren explicou ter largado com pneus intermediários no GP do Canadá por causas de chuva e pista escorregadia na largada.
  • Norris liderou logo no início, mas a pista secou rapidamente e a equipe precisou antecipar as paradas.
  • Piastri se envolveu em toque com Alex Albon e Norris abandonou a prova por problemas mecânicos.
  • Andrea Stella destacou que, naquele momento, as condições pareciam ideais para pneus intermediários e que a opção visava durar a primeira volta.
  • A equipe também citou que duas voltas extras de formação, devido a um problema no carro de Arvid Lindblad, prejudicaram ainda mais a estratégia.

A McLaren explicou a decisão de largar com pneus intermediários no GP do Canadá, estratégia que acabou comprometendo a corrida de Lando Norris e Oscar Piastri. A teoria era manter desempenho em condições incertas na largada, em Montreal, com chuva intermitente anunciada.

Os pilotos da equipe britânica foram os únicos a iniciar com pneus de chuva entre os líderes, enquanto boa parte do grid escolheu slicks. A manobra parecia promissora nos primeiros giros, com Norris assumindo a ponta.

Logo, a pista secou rapidamente e a equipe precisou antecipar as paradas. Acontecimento que o restante da prova virou um desafio técnico para a McLaren, impactando o resultado dos dois pilotos.

Explicação da estratégia

Andrea Stella, chefe da McLaren, afirmou que a escolha de usar intermediários na largada parecia adequada diante das condições de chuva leve e um asfalto escorregadio. O objetivo era assegurar a durabilidade na primeira volta.

Segundo ele, as voltas extras de formação, realizadas após um problema no carro de Arvid Lindblad, tiraram qualquer margem de vantagem. A chuva encerrou cedo, após uma janela de formação repetida, prejudicando o plano inicial.

Stella reconheceu que a decisão acabou penalizando a equipe, mas sustentou que, no momento, a leitura das condições indicava a opção mais segura para aquele momento. A equipe manteve o posicionamento de que a escolha foi fundamentada.

A consequência da estratégia foi a queda de Norris e Piastri na corrida, com o brasileiro ficando fora da prova por problemas mecânicos, e o australiano envolvidos em incidentes de pista.

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