- Fotógrafo da World Surf League foi atacado por animal marinho durante a etapa em Raglan, Nova Zelândia, e vai passar por cirurgia.
- Ele afirmou ter sido surpreendido por baixo da água e mostrou imagens do “pós-incidente” nas redes sociais.
- A equipe da WSL, o time médico e a patrulha aquática prestaram apoio rápido; o ataque ocorreu na área de Manu Bay.
- A semifinal entre Yago Dora e Italo Ferreira foi paralisada com menos de vinte minutos para o fim. Os surfistas voltaram às pedras.
- O fotógrafo agradeceu a acolhida da comunidade de Raglan e disse que planeja voltar à região com a família e fazer uma viagem para reencontrar um amigo.
Um fotógrafo da World Surf League (WSL) sofreu uma mordida de um animal marinho enquanto registrava a etapa do Circuito Mundial em Raglan, na Nova Zelândia. O incidente aconteceu na área de Manu Bay, interrompendo a semifinal entre Yago Dora e Italo Ferreira. O profissional informou que precisará de cirurgia.
Segundo o fotógrafo, o ataque ocorreu vindo de baixo da água, surpreendendo a equipe de produção. Ele divulgou imagens do que chamou de pós-incidente e agradeceu à WSL, à equipe médica e à patrulha aquática pela resposta rápida.
A bateria brasileira foi paralisada com pouco mais de 20 minutos para o fim, e os dois surfistas retornaram às pedras. Dora comentou, pela publicação, que a lesão não foi mais grave do que o esperado, por meio de uma leitura indireta sobre o ocorrido.
Interrupção da bateria brasileira
Além do tratamento, o fotógrafo agradeceu a colegas da organização que o acolheram logo após o ataque. Ele também comentou o apoio de membros da comunidade de Raglan pelo suporte ao evento durante o episódio.
No texto, ele informou ainda planos para retornar à região com a família e mencionou a intenção de fazer uma viagem para reencontrar um amigo, reafirmando o desejo de manter vínculos com a localidade onde ocorreu o ataque.
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