- O Brasil ocupa as quatro primeiras posições no ranking mundial masculino da WSL, com Italo Ferreira na liderança, seguido por Miguel Pupo, Gabriel Medina e Yago Dora.
- Foram quatro eventos até agora neste início de temporada: três na Austrália e um em Raglan, na Nova Zelândia, etapa inédita no circuito.
- O domínio brasileiro ocorre mesmo em fases tidas como desafiadoras, com a perna australiana tradicionalmente difícil para brasileiros e Raglan apresentando condições instáveis.
- Entre os rivais, Griffin Colapinto e Ethan Ewing aparecem bem no ranking, mas ainda longe do desempenho dos brasileiros; Jack Robinson oscila.
- Ainda restam oito etapas no calendário, com El Salvador, Rio de Janeiro, Trestles, Abu Dhabi e Portugal entre as praças em que Italo, Medina, Yago e Pupo costumam performar bem.
A brasileira Storm manteve o domínio no circuito mundial de surfe após quatro etapas disputadas até o momento, com vitórias em Austrália e Nova Zelândia. Italo Ferreira lidera o ranking mundial, seguido por Miguel Pupo, Gabriel Medina e Yago Dora, na ordem do top-4. O desempenho indica consistência de toda a composição brasileira.
Nas primeiras etapas, três disputadas na Austrália e uma em Raglan, a Nova Zelândia, o elenco manteve-se firme mesmo em condições desafiadoras. A perna australiana é tradicionalmente dura para o Brasil, mas o grupo mostrou adaptação e resultados consistentes.
A começar pela liderança de Italo Ferreira, o conjunto mostra variações de estilo e força. Medina reaparece competitivo, enquanto Yago Dora atinge o que pode ser o auge de sua carreira. Pupo, frequentemente visto como suporte, surpreende com regularidade.
Entre os rivais, Griffin Colapinto, Ethan Ewing e Jack Robinson ocupavam vagas de ameaça antes do torneio. Hoje aparecem em posições intermediárias, com desempenho oscilante. O panorama sugere que a brasileira Storm mantém vantagem pelo conjunto.
Um fator destacado é a diversidade de técnicas e repertório. Italo é explosivo, Medina mantém consistência, Yago equilibra leitura de ondas e Miguel Pupo sobe de rendimento. Filipe Toledo aparece em décimo, ainda sem consistência nas etapas.
No geral, o desempenho abre caminho para as próximas etapas, com oito eventos restantes no calendário. El Salvador, Rio de Janeiro, Trestles, Abu Dhabi e Portugal aparecem como territórios onde os brasileiros costumam se destacar.
Além disso, Fiji, Teahupo’o e Pipeline seguem como pontos fortes para a equipe, com vitórias e finais nos últimos anos. A combinação de estilos favorece o equilíbrio da Storm frente a diferentes condições de onda.
O prognóstico aponta para continuidade do domínio, com o grupo pronto para manter desempenho alto. O domínio não depende apenas de Italo, Medina, Yago e Pupo, mas da soma das forças que compõem o conjunto brasileiro.
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