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Influenciadora questiona uso de whey e creatina por crianças

Influenciadora fitness provoca debate ao informar que filha de três anos consome whey protein e creatina; especialista afirma que não há indicação para uso rotineiro

Carol Borba
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  • A influenciadora fitness Carol Borba disse usar whey protein e creatina na alimentação da filha de 3 anos, gerando repercussão.
  • O tema levantou a dúvida sobre se crianças e adolescentes podem consumir esses suplementos.
  • O nutrólogo Gustavo Silva, professor de pós-graduação da Afya Educação Médica Curitiba, explica que, conforme a Sociedade Brasileira de Pediatria, não há indicação de uso rotineiro.
  • A Sociedade Brasileira de Pediatria orienta cautela e avaliação médica antes de qualquer suplementação em crianças.

Recentemente, a influenciadora fitness Carol Borba gerou polêmica ao compartilhar que utiliza whey protein e creatina na alimentação da filha de 3 anos. A publicação ocorreu nas redes sociais e suscitou debate entre seguidores e profissionais de saúde. A discussão envolve a possibilidade de crianças consumirem suplementos alimentares.

A discussão levou em pauta a prática em casa, com questionamentos sobre segurança, dosagem e efeitos a curto e longo prazo. A situação destacou a diferença entre uso esportivo em adultos e uso infantil, que exige cuidado especial. Não houve confirmação de mudanças oficiais de orientação.

Especialistas reagem ao caso e ressaltam padrões clínicos. Gustavo Silva, nutrólogo e professor de pós-graduação, afirmou que não há indicação para uso rotineiro de whey e creatina em crianças, conforme diretrizes da Sociedade Brasileira de Pediatria.

Orientação de especialistas

A SBP recomenda evitar suplementos alimentares de uso não indicado para a faixa etária infantil sem orientação médica. A prática segura envolve acompanhamento profissional, avaliação nutricional e foco em alimentação balanceada, adequada à idade e ao nível de atividade física.

Segundo o especialista, qualquer suplementação em menores deve considerar riscos, necessidade real e supervisão clínica, com base em evidências científicas. A matéria não confirma mudanças em normas oficiais, mas reforça a importância de orientação especializada.

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