- Daniel Queiroz Borges de Oliveira, 18 anos, de Morrinhos, ganhou visibilidade após publicar vídeo de tambacu de 41 kg, conhecido como “monstro dos rios”, em Caldas Novas.
- O tambacu de 41 kg é considerado raro; o pescador diz que já pegou peixes grandes, mas esse tamanho não é comum na região.
- Segredo para pegar grandes peixes: paciência e análise do lago. Não há isca mágica; o método é lançar isca maior em local mais afastado após observar onde os peixes menores se alimentam na superfície.
- Para o tambacu de 40 kg, ele usou pão francês inteiro e esperou cerca de 30 minutos até o peixe se interessar.
- A experiência, segundo o pescador, vem da prática desde a infância, com foco na “análise de lago” e na decisão rápida sobre isca ou posição na margem; ele defende aproveitar a pesca com responsabilidade e devolver o peixe.
Daniel Queiroz Borges de Oliveira, pescador esportivo de 18 anos, ganhou destaque ao publicar um vídeo em suas redes sociais mostrando a captura de um tambacu de aproximadamente 41 kg em Caldas Novas, interior de Goiás. O registro, que já circula entre entusiastas da pesca, gerou curiosidade sobre os métodos usados pelo jovem para alcançar o tamanho incomum do peixe.
Natural de Morrinhos, no estado de Goiás, Daniel costuma buscar as pescarias na vizinha Caldas Novas. Em entrevista ao Metrópoles, ele relatou que o tambacu de grande porte é uma rara ocorrência na região, mesmo com pesqueiros locais já com décadas de atividade. O pescador destacou que, em jornadas comuns, surgem peixes de até 10 a 12 kg com mais frequência.
Daniel explicou que o segredo para fisgar exemplares maiores não envolve isca milagrosa, mas sim paciência e leitura do lago. Segundo ele, observa onde os peixes menores se alimentam na superfície e lança uma isca maior em ponto mais afastado, esperando o grande predador se aproximar. Para o tambacu de 40 kg, o truque foi usar pão francês inteiro e aguardar cerca de 30 minutos.
Segredo e técnica
O jovem enfatizou a importância da paciência na prática da pesca, aliada a uma análise constante do comportamento dos peixes. Ele descreveu a percepção de sinais sutis na água, que ajudam a decidir quando trocar a isca ou mudar de posição na margem.
Essa experiência decorre de anos de atuação desde a infância, o que, segundo ele, contribui para uma chamada de atenção aos detalhes do lago. Com esse aprendizado, Daniel afirma que a principal recomendação para iniciantes é buscar a experiência de lazer na prática, mantendo o foco na observação e no respeito à natureza.
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