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Mercedes desiste do processo de licitação da Alpine, aponta site

Mercedes desiste da licitação para adquirir participação na Alpine após divergências sobre preço, abrindo espaço para interesse de Christian Horner

Foto: Divulgação / F1
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  • A Mercedes desistiu do processo de licitação para adquirir participação na Alpine na Fórmula 1, considerando que o preço pedido pela Otra Capital é superior ao que pagaria.
  • Segundo a BBC, a Otra Capital busca cerca de US$ 720 milhões pela participação, avaliando a Alpine em torno de US$ 3 bilhões.
  • A decisão da Mercedes reduz as chances de a empresa ampliar a oferta e aumenta as possibilidades de Christian Horner avançar com interesse na Alpine.
  • Qualquer venda da participação da Otro precisa da aprovação da Renault, até setembro de 2026; após esse prazo, a venda pode ocorrer sem veto.
  • O CEO da Alpine, Philippe Krief, afirmou que a Renault continuará como acionista majoritária e que a marca permanece envolvida nas decisões da equipe.

A Mercedes desistiu do processo de licitação para adquirir participação na Alpine, na Fórmula 1. A informação initial foi divulgada pela BBC nesta sexta-feira (29) e confirmada por fontes ao The Race. A decisão ocorreu após divergências sobre o valor da equipe francesa.

Segundo as informações, a Otro Capital, atual proprietária da Alpine, estaria buscando cerca de US$ 720 milhões, elevando a avaliação da equipe a aproximadamente US$ 3 bilhões. A Mercedes não aceitou retornar com uma oferta maior.

Com a desistência, ganha abertura para que Christian Horner, ex-chefe da Red Bull, avance em negociações para obter participação na Alpine ou explorar outras possibilidades de colaboração, conforme relatos ligados ao tema.

A venda ainda depende do aval da Renault, controladora da Alpine, que detém direito de veto até setembro de 2026. A partir de então, a empresa poderá autorizar a transferência sem aprovação.

O CEO da Alpine, Philippe Krief, reiterou em Paris que a Renault seguirá como acionista majoritária, mantendo 76% da Alpine e participação nas decisões da equipe, sem pressa para definir o futuro da participação.

Preocupação interna na F1 foi tema de debate após o anúncio, com figuras como Zak Brown, da McLaren, manifestando cautela sobre futuras copropiedades entre equipes. A Mercedes afirmou que a intenção era apenas participação financeira de longo prazo.

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