- Em 29 de dezembro de 2013, Yannick Dainese, piloto da SAF Hélicoptères, participou do resgate de Michael Schumacher nos Alpes franceses.
- Antes da decolagem, o supervisor informou que a vítima era Schumacher e pediu para esconder equipamentos de gravação, isolando a área.
- Dainese transportou Schumacher até o Hospital Universitário de Grenoble em cerca de 25 minutos de voo, chegando com médicos já esperando o ex-piloto.
- Dias depois, ao retornar ao hospital para outra ocorrência, ele percebeu a dimensão do ocorrido e o impacto público gerado.
- Nos últimos 12 anos, ele permaneceu em silêncio para evitar problemas legais e contou a história pela primeira vez em entrevista ao jornal L’Équipe.
Yannick Dainese, piloto da SAF Hélicoptères, participou do resgate de Michael Schumacher após o acidente de esqui ocorrido nos Alpes franceses, em 29 de dezembro de 2013. O socorrista levou o ex-piloto ao Hospital Universitário de Grenoble em cerca de 25 minutos.
Antes da decolagem, o supervisor avisou que a vítima era Schumacher e pediu que microfones e câmeras fossem guardados. A área foi isolada para evitar vazamento de imagens, segundo Dainese, que relatou ao jornal L’Équipe o peso específico do atendimento.
Ao chegar ao hospital, médicos já aguardavam Schumacher para iniciar o atendimento, afirmou o socorrista. Ele disse que só percebeu a dimensão do ocorrido dias depois, ao retornar ao hospital para outra ocorrência.
Detalhes do resgate
Dias após o resgate, Dainese ouviu a repercussão do caso ao ver a transformação do entorno do hospital, com ônibus e bandeiras vermelhas, lembrando a atmosfera de uma corrida de Fórmula 1.
O ex-socorrista explicou ter se mantido em silêncio por 12 anos para evitar problemas com a exposição pública do caso. Segundo ele, não possuiria os mesmos advogados da família Schumacher.
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