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Piastri comenta mudanças na F1 para 2027

Piastri diz que mudança de potência para 2027 é passo na direção certa, mas sem hardware novo não resolve os problemas; acordo com a FIA foi anunciado

Oscar Piastri em evento da F1
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  • Oscar Piastri avaliou as potenciais mudanças nas unidades de potência da Fórmula 1 para 2027, dizendo que é “um passo na direção certa” mas não a solução definitiva.
  • A proposta previa aumentar a participação da combustão na potência total de 50% para 60%, reduzindo a participação da energia elétrica de 50% para 40%, para permitir aceleração total na volta de qualificação.
  • Antes do GP de Miami, a FIA anunciou que havia um acordo entre as partes interessadas sobre a mudança, embora ainda não tenha sido votado ou oficialmente aprovado.
  • Piastri afirmou que, independentemente da divisão, seria necessária uma mudança de hardware para a mudança completa ocorrer, pois a gestão de energia continua influenciando o desempenho nas retas.
  • O piloto da McLaren mencionou que a competitividade da equipe ajuda a lidar com o jejum de vitórias, mantendo a expectativa de que, se forem perfeitos, ainda podem vencer neste campeonato.

Oscar Piastri comentou, antes do GP de Miami, sobre as possíveis mudanças nas unidades de potência da F1 em 2027. A FIA disse que um acordo entre as partes interessadas havia sido alcançado, mas ainda não houve votação ou aprovação oficial.

A proposta prevê aumentar a participação da combustão interna na potência total dos carros, de 50% (ou 60%-40%, dependendo da leitura) para 60% da potência proveniente da combustão, com 40% vindo da energia elétrica. O objetivo é permitir aceleração máxima em mais trechos, especialmente na volta de qualificação, sem depender tanto do gerenciamento de bateria.

Avaliação de Piastri

O piloto da McLaren afirmou que a mudança representa um passo na direção correta, mas não resolve todos os problemas. Segundo ele, mesmo com as gerações anteriores de motor, com distribuição de 80%/20% ou 85%/15%, a utilização plena da potência em todos os trechos nem sempre ocorria.

Piastri ressaltou que a alteração para 60%/40% não seria suficiente sem mudanças no hardware. Independentemente da divisão adotada, persiste a dificuldade de definir o nível ideal de carga da bateria no início de uma volta de qualificação, o que exige considerar fatores como carga, turbo e desempenho.

O australiano acrescentou que a solução definitiva envolve modificações no hardware, embora o ajuste seja um passo na direção certa. Além disso, foi questionado sobre o jejum de 14 corridas sem vitória, com a última vitória ocorrendo no GP da Holanda de 2025.

A McLaren, segundo ele, tem mostrado progressos e a competitividade da equipe facilita continuar buscando vitórias. Piastri afirmou que, se os desempenhos forem próximos do ideal, ainda há chance de vencer, desde que haja desempenho perfeito.

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