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Saque por baixo: recurso que gera polêmica

Saque por baixo volta a divide o tênis: legal segundo as regras, provoca polêmica por desafiar etiqueta e mudar o ritmo da partida

Marta Kostyuk
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  • O saque por baixo foi utilizado pela tenista ucraniana Marta Kostyuk na terceira rodada de Roland Garros contra Viktorija Golubic, gerando debate sobre a prática.
  • Embora legal pelas regras da ITF, o underarm serve provoca reações fortes por causa de estética, etiqueta e surpresa ao receptor.
  • A tática tende a irritar quem recebe, que precisa correr para frente com o saque lento e curvo, quebrando o ritmo da partida.
  • Alguns jogadores, como Nick Kyrgios e Alexander Bublik, costumam usar o recurso; já Andy Murray destacou que recuar para ganhar tempo pode justificar o saque por baixo.
  • O tema divide opiniões: visto como estratégia esperta por uns e como provocação ou jogo sujo por outros; não é ilegal, mas é considerado imoral por parte da torcida e da comunidade tê NIS.

Durante a terceira rodada do Aberto de Roland Garros, a ucraniana Marta Kostyuk utilizou saque por baixo contra a suíça Viktorija Golubic. A jogada foi usada após dois saques considerados errados por Kostyuk. O lance gerou debate entre torcedores e especialistas.

O saque por baixo, ou underarm serve, é legal segundo as regras da ITF, pois a bola só precisa ser tocada antes de tocar o chão. Mesmo assim, provoca reação forte em muitos tenistas e fãs do circuito profissional.

O tema envolve fatores culturais, psicológicos e de etiqueta no esporte. O público costuma associar o saque por cima à tradição do tênis, enquanto o por baixo é visto por alguns como provocação ou desrespeito.

Ao longo dos anos, jogadores como Nick Kyrgios e Alexander Bublik já fizeram uso dessa tática com frequência, o que contribui para a normalização do recurso entre parte da elite do esporte.

Para alguns atletas, o contexto da partida pesa: quando o receptor recua para ganhar tempo diante de um saque rápido por cima, o saque por baixo é visto como resposta legítima. Outros o veem como quebra de elegância.

A discussão envolve também estética do tênis: há quem prefira potência, altura e velocidade no saque, associando o saque baixo a menos beleza tática. O debate segue entre inovação e tradição.

No resumo, o saque por baixo não é considerado trapaça, mas pode ferir o orgulho dos jogadores. Ele pode alterar o ritmo da partida e carrega um estigma cultural de ser visto como antiético, mesmo sendo legal.

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