- A Honda trabalha para otimizar a unidade de potência para o GP de Mônaco, ajustando-a às exigências específicas da Aston Martin no circuito de Monte Carlo.
- O engenheiro-chefe Shintaro Orihara afirma que houve preparação voltada ao equilíbrio entre desempenho e resfriamento, levando em conta as condições do traçado de Mônaco.
- Alonso apontou a unidade de potência como peça fundamental para a evolução da equipe ao longo da temporada, destacando a relevância desse desenvolvimento.
- A fabricante realizou trabalhos na fábrica da Aston Martin antes da etapa, incluindo interações com pilotos para ajustar o gerenciamento de energia e treinos livres para solucionar problemas.
- Orihara destaca a necessidade de equilibrar pistas de livre andamento e tráfego intenso, principalmente nas curvas de baixa velocidade, com o feedback dos pilotos sendo crucial para ajustes finais.
A Honda está concentrada em adaptar sua unidade de potência para o GP de Mônaco. O engenheiro-chefe Shintaro Orihara disse que houve uma preparação específica para atender às exigências da Aston Martin, parceira da equipe britânica no circuito de Monte Carlo. O foco é melhorar a eficiência da potência dentro das particularidades do traçado urbano.
A corrida de Mônaco é única na F1 por seu desenho e pela história. O treino é passado em um circuito que não atinge a distância mínima de 305 km e tem 3,2 km a menos que o mínimo permitido pela FIA. Diante disso, a Honda busca ajustar a capacidade de resfriamento da unidade para as condições do fim de semana.
Antes da etapa, a fabricante italiana realizou atividades na fábrica da Aston Martin, com sessões de interação entre engenheiros e piloto para otimizar o gerenciamento de energia. A intenção é definir alternativas que garantam confiabilidade e desempenho em diferentes trechos do traçado.
Segundo Orihara, o Circuito de Mônaco exige preparação dedicada, já que a configuração deve equilibrar pistas livres e trechos com tráfego intenso. O engenheiro destacou que o comportamento da unidade em regimes distintos pode impactar o tempo por volta.
O dirigente ressaltou que o feedback dos pilotos será essencial na fase final de ajuste. Em Monaco, grande parte do traçado é composto por curvas de baixa velocidade, o que exige dirigibilidade que inspire confiança aos pilotos e pode gerar ganhos de tempo ao fim de cada volta.
Entre na conversa da comunidade