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Fraude no tênis: gangues ameaçam e exploram tenistas de ranking baixo

Gangues usam ameaças e violência para explorar tenistas de ranking baixo, colocando carreiras em risco e comprometendo a integridade do tênis; autoridades reforçam o combate

Illustration: Kelsea Petersen / The Athletic; iStock
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  • Gangues organizadas têm usado ameaças e violência para manipular partidas, mirando jogadores de ranking mais baixo.
  • A investigação de oito meses publicada pelo The Athletic mostra como operam e por que o tênis segue vulnerável à fixação de partidas.
  • A prática compromete a integridade do esporte e pode colocar em risco as carreiras de jogadores honestos.
  • Vários atletas relatam, de forma anônima, ter recebido propostas de dinheiro em troca de resultados e sofreram ameaças ao recusarem colaborar.
  • Autoridades do tênis e órgãos de aplicação de lei ampliam esforços para detectar e prevenir a fixação, com programas educativos para alertar sobre riscos.

Uma investigação de oito meses da The Athletic revela que grupos criminosos organizados manipulam partidas de tênis, usando ameaças e coerção contra atletas de menor ranking. O objetivo é controlar resultados para benefício financeiro.

Esses grupos visam jogadores com pouca proteção e apoio, oferecendo dinheiro em troca de resultados combinados. Ameaças e violência são usadas para pressionar quem recusa participar do esquema.

A prática se espalha por diferentes circuitos, explorando a vulnerabilidade de quem luta financeiramente ou enfrenta questões pessoais. A presença desses grupos compromete a integridade do esporte.

Envolvidos e operações

As autoridades descrevem uma rede que atua de forma estruturada, com recrutamento discretos, ameaças diretas e pagamentos vinculados a resultados. Organizações criminosas estariam presentes em diversos países.

A resposta pública tem sido rápida, com ações de fiscalização, investigações e programas educativos. Esforços buscam identificar casos, coibir práticas e orientar jogadores sobre sinais de coerção.

Caminho a seguir

Especialistas defendem cooperação entre federações, autoridades e atletas para proteger jogadores de base. Medidas incluem monitoramento de apostas, transparência de resultados e canais seguros de denúncia.

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