- Gangues organizadas têm usado ameaças e violência para manipular partidas, mirando jogadores de ranking mais baixo.
- A investigação de oito meses publicada pelo The Athletic mostra como operam e por que o tênis segue vulnerável à fixação de partidas.
- A prática compromete a integridade do esporte e pode colocar em risco as carreiras de jogadores honestos.
- Vários atletas relatam, de forma anônima, ter recebido propostas de dinheiro em troca de resultados e sofreram ameaças ao recusarem colaborar.
- Autoridades do tênis e órgãos de aplicação de lei ampliam esforços para detectar e prevenir a fixação, com programas educativos para alertar sobre riscos.
Uma investigação de oito meses da The Athletic revela que grupos criminosos organizados manipulam partidas de tênis, usando ameaças e coerção contra atletas de menor ranking. O objetivo é controlar resultados para benefício financeiro.
Esses grupos visam jogadores com pouca proteção e apoio, oferecendo dinheiro em troca de resultados combinados. Ameaças e violência são usadas para pressionar quem recusa participar do esquema.
A prática se espalha por diferentes circuitos, explorando a vulnerabilidade de quem luta financeiramente ou enfrenta questões pessoais. A presença desses grupos compromete a integridade do esporte.
Envolvidos e operações
As autoridades descrevem uma rede que atua de forma estruturada, com recrutamento discretos, ameaças diretas e pagamentos vinculados a resultados. Organizações criminosas estariam presentes em diversos países.
A resposta pública tem sido rápida, com ações de fiscalização, investigações e programas educativos. Esforços buscam identificar casos, coibir práticas e orientar jogadores sobre sinais de coerção.
Caminho a seguir
Especialistas defendem cooperação entre federações, autoridades e atletas para proteger jogadores de base. Medidas incluem monitoramento de apostas, transparência de resultados e canais seguros de denúncia.
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