- Brecha no regulamento permitiu inovação aerodinâmica para o GP de Mônaco.
- Mercedes e Red Bull aproveitaram a oportunidade ao inserir novos elementos aerodinâmicos nas asas traseiras.
- A ausência do modo reto em Monza eliminou a necessidade de mecanismos de movimentação das asas durante o fim de semana.
- A Red Bull instalou dois elementos adicionais sobre o mecanismo central da asa traseira; a Mercedes adotou uma configuração mais complexa, substituindo parte da estrutura por aletas.
- Regulamentos oferecem margem de desenvolvimento quando sistemas móveis não estão em uso, abrindo espaço para melhorias criativas na pista mais tradicional da temporada.
A brecha regulatória abriu espaço para inovação aerodinâmica no GP de Mônaco. Mercedes e Red Bull aproveitaram a permissiva margem para introduzir novos elementos nas asas traseiras, buscando ganho de performance no tradicional circuito de Monte Carlo.
Como Monaco não utiliza o modo reto durante o fim de semana, os mecanismos de movimentação das asas não são necessários. Com isso, as equipes puderam remodelar essa região dos carros e inserir pequenas aletas que geram carga extra.
A Red Bull instalou dois elementos adicionais sobre o mecanismo central da asa traseira, enquanto a Mercedes simplificou a estrutura tradicional, substituindo-a por um conjunto mais complexo de aletas aerodinâmicas. Segundo o The Race, a mudança foi permitida pela liberdade de desenvolvimento quando os sistemas móveis não estão em uso.
Essa diferença de regras funciona apenas em condições de Mônaco, onde o fluxo de ar não é prejudicado pela troca entre modos de reta e curva. A novidade mostra como as equipes buscam inovação dentro do regulamento para explorar o fim de semana mais tradicional da temporada.
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