- Roland Garros criou a primeira dog concierge, Melanie Gauthier Knopp, para cuidar dos cães dos tenistas durante o torneio.
- Ela coordena atividades, oferece massagens e, em dias de calor, abriu uma piscina privada para os cães relaxarem.
- O evento instalou dispensers de sacos para cães e sinalização sobre áreas proibidas; alguns cães receberam credenciais próprias.
- Diversas tenistas viajam com animais, como Aryna Sabalenka, Anna Kalinskaya e Anastasia Potapova, que levam cães de diferentes raças.
- A presença canina é vista como fonte de normalidade e apoio emocional, embora exija planejamento de viagens e políticas de hotéis entre países.
Melanie Gauthier Knopp trabalha como dog concierge no French Open, cargo inédito no currículo do torneio. Sua função é cuidar dos cães que acompanham as tenistas e os tenistas, para que os jogadores possam manter o foco no jogo. Em Paris, ela coordena atividades, oferece massagens e até abriu uma piscina particular quando o tempo ficou quente.
Os cães costumam ser pequenos e facilmente transportáveis, mas a presença deles já se tornou comum entre as grandes梯 entre as tenistas. Em quadras de treino, salas de imprensa e até nas box de jogadores, os animais aparecem com frequência, marcando presença ao lado de atletas de alto nível.
O papel de Gauthier Knopp vai além do cuidado básico. Ela prepara passeios, organiza encontros sociais e, em períodos de calor extremo, garante locais para os pets se refrescarem. Em alguns casos, chega a alimentar algumas mascotes semanalmente, sob acordo com os treinadores.
O que mudou no Grand Slam
A presença constante de cães levou o torneio a adotar políticas específicas para pets, incluindo áreas de convívio e sinalização de zonas proibidas. Ao todo, dez cães receberam credenciais próprias para circular pelos jardins, mantendo regras de convivência com o público e com outras áreas de uso comum.
Entre as proprietárias que viajam com os animais, destacam-se jogadoras de alto desempenho. A líder mundial Aryna Sabalenka adotou recentemente um filhote, Ash, que já virou assunto no circuito por ser parte de sua preparação mental durante a temporada. Outros casos chamam a atenção, como a participação constante de Bella, a dachshund de Anna Kalinskaya.
A atual semifinalista Mirra Andreeva, por exemplo, evita levar o cão quando compete, deixando o pet sob a supervisão da equipe. Já Marta Kostyuk levou seus dois cães, Mander e Chich, para a sessão de quarterfinal, mostrando o comportamento cada vez mais integrado entre atleta e animal.
Gauthier Knopp afirma que a experiência é benéfica para todos. Segundo ela, os atletas ganham tranquilidade por perto, enquanto os cães aproveitam a rotina de treinos, viagens e festas do circuito. Ela acredita que mais eventos devem seguir o exemplo do Grand Slam francês.
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