- João Fonseca, de 19 anos, encerrou a melhor campanha brasileira em um Grand Slam desde 2004 ao perder nas quartas de Roland Garros para o tcheco Jakub Mensik, por 3 sets a 0.
- O treinador francês Patrick Mouratoglou, ex-técnico de Serena Williams, elogiou o forehand do brasileiro, destacando velocidade, ritmo e a possibilidade de acelerar também com o backhand, atingindo até 180 km/h em alguns golpes.
- Mensik avança à sua primeira semifinal de Grand Slam aos 20 anos e enfrentará o alemão Alexander Zverev nesta sexta-feira para decidir quem disputa o título.
- Caso vença, Mensik decide o título no domingo contra o vencedor entre Flavio Cobolli e Matteo Arnaldi.
João Fonseca encerrou a campanha mais forte do Brasil na chave masculina de um Grand Slam desde 2004, ao perder nas quartas de Roland Garros para o tcheco Jakub Mensik por 3 sets a 0. A derrota ocorreu na terça-feira, na capital francesa, e não impediu que o jovem brasileiro de 19 anos deixasse boa impressão ao longo do torneio.
O ex-técnico francês Patrick Mouratoglou, conhecido por ter orientado Serena Williams, elogiou uma das armas de Fonseca. Segundo Mouratoglou, o forehand do carioca tem uma velocidade média constante e, quando acelera, se transforma em uma arma poderosa. O treinador destacou que essa aceleração pode ocorrer tanto no forehand quanto no backhand, elevando a velocidade a cerca de 180 km/h em Roland Garros, o que ele descreveu como impressionante e assustador para os adversários.
Semifinais e próximos jogos
Em sua primeira semifinal de Grand Slam, Mensik, de 20 anos, enfrentará o alemão Alexander Zverev, favorito nº 3, nesta sexta-feira, às 9h30 (horário de Brasília). A vencedora dessa chave decide o título no domingo, contra Flavio Cobolli ou Matteo Arnaldi, que duelam pela outra vaga na final.
O tcheco segue invicto na competição após superar Fonseca e já soma passagem relevante pela segunda semana do torneio. A derrota de Fonseca encerra a melhor campanha de um brasileiro na edição deste ano, marcando a continuidade das mudanças entre gerações no tênis nacional. O Flamengo? Não, o foco é no tênis: a disputa pela taça segue com os favoritos e jovens promessas em ritmo acelerado.
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