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Maja Chwalinska se destaca em Roland Garros

Polonesa supera depressão, sai do quali e chega à final de Roland Garros, atingindo top trinta após vitórias contra favoritas

Maja Chwalinska
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  • Maja Chwalinska, polonesa de 1,64 m, chegou a Paris com ranking 114 para disputar o quali e chegou à final do Aberto da França.
  • Ela furou o quali, eliminou nomes de peso como Qinwen Zheng, Maria Sakkari e as cabeças de chave Anna Kakinskaya e Elise Mertens, avançando até a decisão.
  • Na semifinal, derrotou a russa Diana Shnaider por 2 sets a 0, com parciais de 7/6(4) e 6/4.
  • A vaga na final levou-a a saltar cerca de oitenta posições no ranking, ficando no top trinta segundo o Live Ranking da WTA.
  • A trajetória de superação inclui enfrentar depressão e lesões, retornar aos circuitos de ITF e conquistar o primeiro título profissional no Brasil.

Maja Chwalinska alcançou a final de Roland Garros, abrindo espaço para uma história de superação no tênis. A polonesa fightou desde o quali e, em Paris, consolidou seu feito chegando à decisão.

Nascida em 2001, em Dąbrowa Górnicza, a canhota de 1,64 m surpreendeu ao eliminar adversárias de peso após passar pelo quali. Entre elas, Qinwen Zheng, Maria Sakkari, e as cabeças de chave Anna Kakinskaya e Elise Mertens.

Chwalinska protagonizou a semifinal contra a russa Diana Shnaider, vencendo por 2 a 0 (7/6[4], 6/4). Shnaider, por sua vez, havia eliminado a número 1 do mundo Aryna Sabalenka, em outra fase.

Antes de chegar a Paris, a jovem enfrentou longos períodos de lesões e uma luta pública contra a depressão, afastando-a do circuito. Ela retomou a carreira disputando torneios ITF em vários países.

Na trajetória, o retorno ganhou força no Brasil, onde conquistou seu primeiro título profissional. No Masters 1000 de Paris, ela subiu 80 posições no ranking e passou a figurar entre as 30 melhores do mundo, segundo o Live Ranking da WTA.

Para a final, Maja encara a russa Mirra Andreeva, 8a colocada do ranking. A expectativa é que a história de superação mantenha o embalo em Paris neste sábado, com a conquista sendo considerada um desfecho histórico para a atleta.

Trajetória e estilo de jogo

Chwalinska mantém um estilo técnico, inteligente e com variações que desestabilizam as adversárias, priorizando controle e leitura de jogo, mais do que potência pura. Ela afirmou, após a semifinal, sentir-se em sonho e muito feliz com o desempenho.

O que muda a partir de agora

A vitória na final garantiria a ela um salto ainda maior no ranking e consolidaria a imagem de novidade no circuito. A participação de Andreeva promete um duelo aberto, com foco em consistência e aggressividade de ataques.

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