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Acosta critica falta de união nas comissões de segurança do MotoGP

Pedro Acosta pede menos ego e mais união nas comissões de segurança da MotoGP, enfatizando impacto direto na busca por melhorias e segurança no grid

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  • Pedro Acosta, piloto da KTM, concedeu entrevista ao Parabólica durante o GP da Hungria para falar sobre a comissão de segurança e a união entre os pilotos.
  • Na prova de Mugello, terminou em sexto após duelo com Marc Márquez e destacou a gestão do pneu traseiro como principal dificuldade da moto.
  • Para o GP da Hungria em Balaton, afirmou que a estratégia é chegar sem expectativas, avaliar a moto e trabalhar para o desempenho no domingo.
  • Sobre o acidente em que a câmera atingiu uma torre, disse que não houve entrada da Comissão de Segurança e que riscos fazem parte do esporte.
  • Em relação a uma corrida em circuito de rua, como Adelaide, disse que não é a melhor ideia para ele, mas pode agradar aos fãs; reiterou foco na KTM e na equipe.

Durante o GP da Hungria, o piloto Pedro Acosta, da KTM, concedeu entrevista ao Parabólica. O espanhol abordou a atuação da comissão de segurança, as expectativas para Balaton e aspectos da temporada. Também comentou sobre a atual sob a ótica da MotoGP, com foco na união entre os pilotos nas reuniões da comissão de segurança.

Na corrida de Mugello, Acosta perdeu ritmo após intensa disputa com Marc Márquez, encerrando em sexto. O piloto apontou a gestão do pneu traseiro como um dos principais problemas da moto, reconhecendo que houve melhoria recente, mas ainda há dificuldades nas voltas finais.

Para o GP da Hungria, o espanhol afirmou que a estratégia é chegar a Balaton sem pressa e trabalhar para um bom desempenho no domingo, ajustando o que for necessário ao longo do fim de semana. Ele ressaltou o histórico de competitividade na pista húngara na temporada anterior.

Comissão de Segurança e união do grid

A entrevista também abordou a participação dos pilotos nas reuniões da Comissão de Segurança. Acosta reconheceu a importância do debate, mas admitiu que o ego ainda atrapalha a união entre os pilotos. O tema tem sido pauta constante após o GP da Catalunha.

Segundo o piloto, a agenda cheia de compromissos dificulta a presença em todas as sessões, o que contribui para a percepção de que a atuação coletiva permanece aquém do ideal. A explicação é de que a participação depende de disponibilidade de cada piloto.

Circuitos de rua e próximos passos

Acosta comentou a possibilidade de corridas em circuitos de rua, como Adelaide, prevista para o próximo ano. Embora não tenha visto a ideia como ideal, afirmou que pode atrair a atenção do público, desde que as normas de segurança sejam cumpridas.

Sobre o futuro na KTM, o piloto manteve o foco no desempenho com a equipe atual. Ele disse estar concentrado em extrair o máximo da moto para melhorar posições na classificação, sem comentar cenários de saída.

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