- O campeão Alberto Ascari liderava o GP de Mônaco de 1955 quando perdeu o controle na saída da chicane do porto e caiu no mar.
- O carro, uma Lancia, atravessou as barreiras e mergulhou no Mediterrâneo; mergulhadores e barcos resgataram o piloto, que saiu consciente.
- Ascari sofreu ferimentos leves, incluindo uma fratura no nariz, em um dos acidentes mais marcantes da história da Fórmula 1.
- Naquela década, o trecho não possuía as barreiras de proteção e estruturas de contenção que existem hoje.
- Quatro dias depois, o piloto faleceu em Monza, após sofrer novo acidente.
O Grande Prêmio de Mônaco de 1955 ficou marcado por um acidente inusitado envolvendo o bicampeão Alberto Ascari. O piloto italiano, líder da prova, perdeu o controle na saída da chicane do porto e caiu no mar. O carro atravessou as barreiras e mergulhou nas águas do Mediterrâneo.
O resgate foi rápido, com mergulhadores e barcos da região retirando Ascari ainda consciente. A época tinha padrões de segurança diferentes dos atuais, e o trecho próximo ao porto não dispunha das proteções modernas. O piloto sofreu ferimentos leves, incluindo uma fratura no nariz.
Quatro dias após o acidente em Mônaco, Ascari sofreu um novo acidente no Autódromo de Monza e não resistiu aos ferimentos. O episódio de 1955 é lembrado como uma das situações mais incomuns da história da Fórmula 1.
Contexto e desdobramentos
Na época, a ausência de barreiras robustas e de contenção contribuía para incidentes com mais risco. Ascari já era considerado um dos grandes nomes do esporte, com dois títulos mundiais antes do acidente monaguesco.
A próxima etapa da F1 está prevista para ocorrer entre 5 e 7 de junho, com o Grande Prêmio de Mônaco, incluindo três treinos livres, a classificação e a prova principal, que ocorre no domingo pela manhã.
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