- A Audi é contra o retorno dos motores V8 aspirados na Fórmula 1 a partir de 2031, defendendo que os turbocompressores continuem por prioridade à eficiência energética.
- O CEO da Audi, Gernot Döllner, afirmou que o mais importante é ter regulações que priorizem a eficiência energética, independentemente do número de cilindros.
- A marca também apoia discussões para reduzir custos e simplificar as unidades de potência, buscando estabilidade regulatória para 2027, devido aos investimentos já feitos.
- Como exemplo de desempenho com foco energético, a Audi cita o superesportivo Nuvolari, com motor V8 biturbo híbrido de até 1.000 cavalos.
- As negociações entre FIA, Fórmula 1 e fabricantes devem avançar durante o fim de semana do GP de Mônaco.
Audi defende motores turbo e aponta ressalvas ao retorno dos V8 aspirados na Fórmula 1
A Audi sinalizou oposição a um retorno dos motores V8 aspirados a partir de 2031 na Fórmula 1. A fabricante admite discutir reduções de custos e simplificação, mas prioriza a eficiência energética nos regulamentos futuros.
Durante evento antes do GP de Mônaco, o CEO da Audi, Gernot Döllner, destacou que a prioridade é manter turbocompressores, independentemente do número de cilindros. A posição visa favorecer o desempenho sustentável.
O executivo ressaltou que a visão da Audi já se observa em seus carros de rua, citando o Nuvolari, superesportivo V8 biturbo híbrido com até 1.000 cv. A marca afirma não ver o tamanho do motor como fator decisivo hoje.
Aos debates sobre 2031 somam-se discussões sobre mudanças previstas para 2027. A Audi defende estabilidade regulatória, citando investimentos já realizados na unidade de potência e a necessidade de controlar custos sob o teto da Fórmula 1.
As negociações entre FIA, Fórmula 1 e fabricantes devem avançar durante o fim de semana do GP de Mônaco, com a categoria definindo o rumo para a próxima década. A Audi afirma manter diálogo aberto para um equilíbrio entre desempenho e sustentabilidade.
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