- Ayrton Senna é o maior vencedor do GP de Mônaco, com seis triunfos, mantendo o título de maior campeão do circuito até hoje.
- Sua estreia em Mônaco foi em 1984, pela Toleman, largando do 13º lugar e chegando em segundo numa prova marcada pela chuva.
- Senna possui cinco vitórias consecutivas em Monte Carlo, número que o coloca à frente de pilotos históricos como Schumacher, Hill e Prost.
- Em atividade, Lewis Hamilton é quem mais se aproxima no registro de vitórias em Mônaco, com três, ainda longe de igualar o brasileiro.
- O histórico de abandons do piloto inclui 1985, quando liderava até sofrer problema mecânico, e 1988, com a famosa volta de 1min23s998 (“Lap of the Gods”) que não rendeu vitória.
O Grande Prêmio de Mônaco é uma das corridas mais tradicionais da Fórmula 1. Em 32 anos desde a morte de Ayrton Senna, ele continua sendo o maior vencedor do GP do principado, com recordes que mantêm o piloto brasileiro na memória do circuito.
Senna se destacou em Monaco desde sua estreia, em 1984, pela Toleman. Saindo do 13º lugar, terminou a prova em 2º em um dia de chuva, impressionando pela coragem e pela proximidade com o líder Alain Prost na parte final da corrida.
O feito abriu caminho para uma trajetória lendária no principado. Ao todo, o brasileiro venceu em Monaco seis vezes, somando gols em 1987 ou 1989 a 1993, conforme registros históricos mais conhecidos, consolidando-se como o maior campeão da história do GP.
A lista de vitórias de Senna em Monte Carlo é lembrada pela consistência em uma pista técnica e imprevisível, onde a performance nas classificações costuma ser decisiva para o resultado final.
Entre os nomes que o acompanham nessa estrelada marca, Michael Schumacher e Damon Hill aparecem com cinco triunfos cada um. Prost soma quatro, enquanto Lewis Hamilton disputa com outros grandes pela marca de maiores vencedores.
Mesmo com tantos triunfos, Senna teve dois abandonos no circuito. O primeiro veio em 1985, ainda no início da era de domínio, por falha mecânica. O segundo, em 1988, ficou conhecido pela performance histórica na pole, a famosa Lap of the Gods.
Naquela volta, Senna foi considerado quase em outra dimensão, correndo como se o carro o levasse sozinho. Ainda assim, a liderança se manteve até faltarem 11 voltas, quando o carro atingiu o túnel, houve quebra na suspensão e a prova terminou sem ele no pódio.
Após o abandono de 1988, Senna manteve a relação com Monaco como parte central de sua carreira. Em diferentes fins de semana, o piloto mostrou habilidade para extrair o máximo da pista estreita e sinuosa que caracteriza o traçado de Monte Carlo.
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