- A três dias da estreia na Copa, Brasil realiza um campeonato de pingue-pongue no hotel em Basking Ridge, Nova Jersey.
- Raphinha, aos 29 anos, diz que o elenco usa truco, videogames e um simulador de Fórmula 1 para aliviar a pressão do Mundial.
- O dia a dia começa com treino pela manhã, seguido de sauna, banheira fria ou fisioterapia, antes do retorno ao hotel e ao almoço.
- Em sua segunda Copa do Mundo, o atacante do Barcelona tenta repetir o nível de atuação do clube, após não ter balançado as redes na edição anterior do torneio.
- O jogador teve lesões recentemente, não marca pela seleção desde março de 2025 e admite que cobra resultados da equipe.
A poucos dias da estreia na Copa do Mundo, a seleção brasileira realiza um campeonato de pingue-pongue no hotel em Basking Ridge, Nova Jersey. O espaço também recebe partidas de truco, um simulador de F1 e sessões de videogame entre os atletas. A rotina visa aliviar a pressão da competição.
Desde a concentração iniciada em 27 de maio, na Granja Comary, o grupo segue em preparação com treino diário, seguido de atividades de recuperação. No período de imprensa restrito, os 15 minutos de treino são acompanhados pela equipe técnica, antes de os jogadores se dedicarem a atividades no hotel.
Em segunda Copa do Mundo, Raphinha é visto como um dos mais experientes do elenco. O atacante do Barcelona busca repetir, no Brasil, o desempenho recente que tem no clube, apesar de críticas sobre a passagem pelo Qatar e a participação em seleções anteriores.
Rotina para lidar com a pressão
O jogador conta que a manhã começa cedo, com treino e atividades de ativação, conforme a necessidade. Após o treino, há sauna, banheira fria e fisioterapia para alguns, antes dos momentos de lazer no hotel, como videogames, truco e o torneio de pingue-pongue.
Raphinha relembra que a cobrança por resultados é constante na seleção. Ele reconhece a importância de manter o foco no desempenho individual e coletivo, sem desviar da responsabilidade de representar o Brasil em um Mundial.
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