- Oscar Piastri ficou em sétimo no Q3 do GP da Espanha, cerca de quatro décimos atrás da pole de George Russell.
- O australiano destacou a alta degradação dos pneus e que perdeu tempo decisivo no último setor.
- Segundo ele, a corrida em Barcelona vai exigir consistência ao longo dos stint, com o ritmo de prova valendo mais que uma volta rápida.
- Piastri disse que Mercedes e Ferrari aparecem como candidatas ao topo, mas não há referência clara para prever a hierarquia na pista.
- Ele espera recuperar posições durante a prova e lutar por um resultado expressivo no domingo.
Oscar Piastri, da McLaren, ficou em sétimo no Q3 do GP da Espanha, em Barcelona, avaliando que a degradação dos pneus foi alta e que houve perda de tempo decisiva no último setor. A posição ficou cerca de quatro décimos da pole de George Russell.
O piloto australiano reconheceu que o cenário deste ano diverge do da vitória na pole em Barcelona na temporada passada, e que a corrida exigirá consistência ao longo dos stints, com o ritmo de prova valendo mais do que uma volta rápida.
Ele apontou a imprevisibilidade do traçado, sem referências claras sobre o comportamento dos carros diante da degradação, o que dificulta prever a ordem de chegada. Piastri citou a Mercedes e a Ferrari como candidatas ao topo, ainda sem confirmação de hierarquia.
Perspectivas para a corrida
Piastri afirmou que a estratégia pode favorecer recuperações ao longo da prova e que o objetivo é progredir no grid no domingo, buscando um resultado mais expressivo mesmo partindo de uma posição não privilegiada.
Ele enfatizou a necessidade de manter a margem de erro sob pressão e destacou que o ritmo de corrida deve ditar o desempenho, não apenas a performance de uma volta. A equipe ainda trabalha para confirmar o que o comportamento dos tempos vai exigir.
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