- Marcelo Cruz, treinador de Gabriel Ganley, falou pela primeira vez após a morte do fisiculturista, aos 22 anos, encontrado morto no chão da cozinha do apartamento, em São Paulo.
- Disse ter precisado de tempo para processar o ocorrido e que às vezes se questiona se poderia ter alertado mais ou cuidado mais, mesmo garantindo que se realizou.
- Relembrou que a relação com Gabriel foi construída com carinho, respeito e cuidado, com muitas conversas e orientações ao longo do tempo.
- Afirmou que existem opiniões e julgamentos, mas que ninguém conhece a história que viveram, os momentos compartilhados e as viagens de treino.
- Gabriel já vinha passando mal relacionado ao uso de anabolizantes e insulina, o que gerou choque para a mãe, Clarisse.
Gabriel Ganley, físico-culturista de 22 anos, foi morto em seu apartamento em São Paulo. O treinador dele, Marcelo Cruz, falou pela primeira vez sobre a tragédia neste fim de semana, descrevendo o impacto da perda.
Cruz disse que precisou de tempo para processar o ocorrido e explicou a demora em se pronunciar. Afirmou que, ao saber do falecimento, ficou com a sensação de ter faltado algo, mesmo tendo se mostrado atento e dedicado ao atleta.
Ele contou que a relação com Gabriel foi construída com cuidado, respeito e apoio, com várias conversas e orientações ao longo da parceria. Também reconheceu as críticas e suposições que surgiram após a morte.
Contexto de saúde e repercussões familiares
A morte de Gabriel, já associada a problemas de saúde relacionados ao uso de anabolizantes e insulinoterapia, provocou choque na família. A mãe, Clarisse, expressou o abalo causado pela trágica perda, enquanto Cruz recebeu apoio e pediu compreensão diante das mensagens recebidas.
A reportagem segueBlink sem conclusões ou opiniões; fontes citadas indicam que o atleta já enfrentava complicações ligadas ao uso de substâncias para melhoria de desempenho. O caso permanece sob apuração pelas autoridades competentes. Fonte principal: Purepeople.
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