- Uma mulher de 21 anos morreu no dia 13 de junho de 2026, após ser lançada sem equipamento de segurança da ponte do Esqueleto, em Limeira (SP), durante prática de rope jump.
- O rope jump é um esporte radical que utiliza uma corda não elástica presa à cintura ou peito e ancoragem no topo da estrutura para absorver o impacto.
- No Brasil, a modalidade não tem regulamentação específica de segurança, mas também não é proibida; o bungee jump é regulamentado pela norma brasileira 16714.
- A Associação Brasileira de Rope Jump e Pêndulo Humano (ABRJP) reforça a necessidade de planejamento rigoroso, equipamentos adequados, protocolos de segurança pela empresa e treinamento de profissionais.
- Casos de acidentes são recorrentes em modalidades com corda, diferenciais entre rope jump e bungee jump estão na elasticidade da corda e no movimento resultante.
O rope jump, esporte radical que envolve saltar de alturas preso por uma corda não elástica, voltou a chamar atenção após uma fatalidade ocorrida em Limeira (SP). A vítima foi Maria Eduarda de Freitas, 21 anos, lançada da ponte do Esqueleto sem equipamento de segurança no último sábado, 13 de junho de 2026.
A Polícia Civil investiga o caso para apurar as circunstâncias do falecimento. Testemunhas relatam desorganização durante a prática, enquanto a empresa envolvida ainda não divulgou informações detalhadas sobre procedimentos de segurança.
O rope jump não possui regulamentação específica no Brasil, segundo a ABRJP. A associação destaca a necessidade de planejamento rigoroso, equipamentos adequados, protocolos de segurança e treinamento de profissionais para a prática responsável.
Regulamentação e segurança
A prática difere do bungee jump, que utiliza corda elástica. No rope jump, a queda é mais abrupta; no bungee jump, o movimento de subida e descida ocorre devido à elasticidade da corda.
Casos de acidentes existem em ambas as modalidades. Em 2020, houve morte envolvendo corda de bungee jump em Belo Horizonte; já no ano anterior, incidente em São Paulo chamou atenção.
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