- A presença feminina brasileira no circuito internacional de surfe avança a cada ano, com atletas ganhando destaque e competência.
- Luana Silva chega à etapa brasileira da WSL em Saquarema, no Rio de Janeiro, na próxima sexta-feira, dia 19.
- Maya Carpinelli treina em piscina de ondas artificiais e ressalta que ainda é preciso provar que mulheres pertencem ao espaço do surfe.
- A evolução do cenário mostra que, antes, as baterias femininas ocorriam em condições ruins; hoje há busca por patrocínios melhores.
- Em 2019, a WSL tornou-se a primeira liga global a assegurar igualdade de premiação entre homens e mulheres; o objetivo é ampliar o espaço das mulheres no surfe internacional com investimento e patrocínio.
A presença feminina brasileira no surfe internacional continua a crescer, com atletas cada vez mais competitivas mostrando resultados consistentes no circuito da World Surf League (WSL). Em 2026, o Brasil tem figuras de destaque ganhando espaço em etapas-chave.
Entre as atletas em evidência está Luana Silva, que participa da etapa brasileira da WSL em Saquarema, no Rio de Janeiro, marcada para a próxima sexta-feira, dia 19. A participação reforça a atuação nacional no cenário global.
Maya Carpinelli, outra referência, treina em piscina de ondas artificiais, fortalecendo a técnica e a preparação física. Ela ressalta a importância de manter o ritmo entre o lazer do esporte e a carreira profissional.
A evolução das atletas também se reflete nos bastidores, com maior foco em patrocínio e estrutura de apoio. Historicamente, as baterias femininas enfrentavam condições menos favoráveis, mas a situação tem mostrado avanços.
A evolução é acompanhada de mudanças de cenário: a cada ano, o nível técnico cresce e novas representantes surgem em competições internacionais, ampliando a visibilidade do surfe feminino brasileiro.
Conquistas históricas também aparecem no currículo das surfistas, como a WSL garantindo igualdade de premiação entre homens e mulheres desde 2019, marco relevante para o esporte.
Os próximos passos apontam para ampliar a participação feminina no cenário internacional, com investimentos e patrocínios fortalecendo as atletas e abrindo espaço para mais chances de competição.
Em síntese, o surfe feminino brasileiro avança com destaque em eventos internacionais, investimento em formação e foco na profissionalização, mantendo o ritmo de crescimento com novas atletas emergentes.
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