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Grupos de corrida ganham espaço no Brasil

Grupos de corrida ampliam participação no Brasil, fortalecem identidades locais e ocupam espaços públicos, reflexo do crescimento do esporte com a celebração dos cinquenta anos da Olympikus

Foto: Olympikus
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  • Em 2025, a Olympikus completou cinquenta anos promovendo cinquenta corridas em cinquenta cidades, cobrindo cinco regiões, de Salvador a Santarém, com mais de dois mil e trezentos quilômetros e cerca de trezentos mil corredores.
  • O projeto valorizou grupos de corrida e crews locais, mostrando que a prática coletiva ganhou força e conectou comunidades em várias cidades do país.
  • Exemplos da iniciativa incluem o Corre Preto no Rio Grande do Sul, que reuniu cerca de 1.200 pessoas em uma corrida pelo Dia da Consciência Negra no Parque Marinha do Brasil; e o Corre Kilombo em São Paulo.
  • Em Salvador, a SBN Running mostrou como a corrida pode fortalecer comunidades do Subúrbio Ferroviário, ocupando espaços públicos e criando referências locais. Chapadinhas de Endorfina mobilizou centenas de corredoras no Rio de Janeiro, com foco em bem‑estar e socialização.
  • A pesquisa Por Dentro do Corre (2025) indica que mais da metade dos corredores brasileiros participa de grupos ou comunidades, confirming o papel das crews na formação de identidade e inclusão no esporte.

A Olympikus celebrou 50 anos transformando a data em um movimento nacional. Ao longo de 2025, 50 corridas foram apoiadas em cinco regiões, 18 estados e 29 cidades, totalizando mais de 2.300 quilômetros e cerca de 300 mil corredores nas ruas. O objetivo foi mostrar que grupos de corrida são a cara do esporte no país.

A iniciativa levou a corrida além dos grandes circuitos. Em várias cidades, crews locais passaram a dialogar com comunidades, fortalecendo pertencimento e identidade. A ideia é que a prática seja uma rede de socialização e inclusão, não apenas competição.

Expansão e impacto

No Rio Grande do Sul, o grupo Corre Preto promoveu treinos para celebrar a cultura negra, com uma corrida especial durante o Dia da Consciência Negra, no Parque Marinha do Brasil, reunindo cerca de 1.200 pessoas. Em São Paulo, o Corre Kilombo ocupou espaços simbólicos da cidade.

Em Salvador, a SBN Running transformou o Subúrbio Ferroviário em ponto de encontro para diferentes perfis de corredor, fortalecendo a comunidade local. A iniciativa ocorreu durante uma das etapas dos 50 anos da Olympikus e destacou a função social da corrida.

Diversidade de comunidades

No Rio de Janeiro, a Chapadinhas de Endorfina mobilizou centenas de mulheres, com encontros focados em bem-estar e conexão. Em Curitiba, a High Pace realizou ativações que reforçaram o papel das crews urbanas na cultura de corrida.

No Pará, o grupo Papa-Léguas Turbo mostrou a força de comunidades que crescem fora das capitais. Em Santarém, treinos semanais popularizaram o hábito esportivo, ampliando o acesso à prática. Porto Alegre encerrou o ciclo com atividades temáticas da comunidade Salve Corre.

Encerramento da edição

A jornada de 50 anos da Olympikus reforçou que a corrida ocorre além da largada e continua após a chegada. Os encontros da semana, as amizades e o sentimento de pertencimento mantêm a comunidade ativa, segundo a marca.

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