- A seleção brasileira enfrentará a Suíça na Copa Davis, no Grupo Mundial I, nos dias 18 e 19 de setembro, na Farmasi Arena, no Rio de Janeiro, em quadra dura indoor.
- O duelo vale vaga nos Qualifiers de 2027; quem vencer retorna à elite, quem perder fica fora.
- A CBT explicou que a escolha foi por jogar em quadra rápida e coberta, ambiente em que os atletas se sentem confortáveis e costumam render melhor.
- A decisão gerou questionamentos sobre a presença de João Fonseca no time e sobre a comunicação da CBT, com críticas à explicação dada pelo capitão Jaime Oncins e pelo presidente Alexandre Farias.
- O presidente citou o Parque Olímpico e o Rock in Rio como fatores avaliados, mas afirmou que a Farmasi Arena era a única opção com estrutura adequada para sediar o confronto.
A Confederação Brasileira de Tênis confirmou que o próximo confronto pela Copa Davis será no Rio de Janeiro, nos dias 18 e 19 de setembro, na Farmasi Arena, em quadra dura indoor. O adversário é a Suíça, pelo Grupo Mundial I, com vitória garantindo retorno aos Qualifiers de 2027.
O anúncio indica que o Brasil disputará o duelo em casa, na capital fluminense. A decisão envolve o uso de uma quadra rápida coberta, escolhida pela comissão técnica da seleção em busca de facilitar ajustes dos atletas durante a temporada. A motivação formal é manter a adaptação a diferentes pisos.
Detalhes do confronto
A CBT comunicou que o objetivo é favorecer o desempenho dos jogadores em quadras rápidas, conforme avaliação da comissão técnica. O capitão Jaime Oncins ressaltou a necessidade de adaptar o time aos pisos disponíveis, diante de mudanças no perfil da equipe.
Entre os atletas, a formação do time envolve João Fonseca, que retorna de uma temporada em quadras duras, além de nomes como Gustavo Heide, João Lucas Reis, Pedro Boscardin, Thiago Monteiro e Thiago Wild. O histórico recente de resultados em piso duro local não foi favorável para a maioria deles.
O Rio de Janeiro foi escolhido após avaliação de arenas disponíveis. A Farmasi Arena foi mantida como opção viável mesmo diante de restrições de logística associadas a outros eventos na cidade. A CBT considerou a infraestrutura necessária para sediar a competição.
Questionamentos sobre a comunicação da entidade foram levantados pela imprensa, que apontou divergências entre as declarações do capitão Oncins e do presidente Alexandre Farias. A CBT informou que avaliou outras opções, como o Parque Olímpico, mas que questões ligadas ao Rock in Rio e à disponibilidade de salas levaram à escolha pela Farmasi Arena.
O confronto Brasil x Suíça promoverá um duelo entre equipes com histórico diferente no piso sintético. A Suíça traz atletas como Leandro Riedi e Remy Bertola, entre outros, com posições no ranking variando ao longo de 2023 e 2024. A seleção brasileira mira vencer para retornar aos Qualifiers em 2027 sem depender de reveses.
A expectativa é de que o time brasileiro tenha um desempenho competitivo em casa, com apoio da torcida. Em campo, a proposta é manter foco técnico, com atenção aos ajustes de alto rendimento em quadras duras. As informações oficiais são fornecidas pela CBT e pela organização da competição.
Entre na conversa da comunidade