- O Campeonato Brasileiro Interclubes Juvenil de Natação, o Troféu Arthur Sampaio Carepa, foi transferido do Recife devido à turbidez da água da piscina do Centro Esportivo Santos Dumont, que prejudicou a visualização das fibras no fundo.
- A competição, que começou na segunda-feira (15) e reúne 594 atletas de 123 clubes, passou a ser realizada no Sport Club do Recife.
- Atletas, treinadores e familiares relataram problemas estruturais no novo local, como espaço restrito, circulação limitada e condições inadequadas para as provas, incluindo deficiências em áreas de apoio, como banheiros.
- Em uma denúncia, mulheres teriam recorrido a baldes para urinar; a CBDA afirmou que a turbidez foi a razão única para a mudança, sem contaminação no equipamento do Santos Dumont, que continua monitorado.
- A CBDA declarou que a decisão visou a segurança física dos atletas, para evitar impactos acidentais durante as provas, e que houve cobrança adicional de R$ 44 por nadador, aprovada em assembleia, gerando reclamações entre participantes.
O Campeonato Brasileiro Interclubes Juvenil de Natação, o Troféu Arthur Sampaio Carepa, foi transferido de local no Recife após a piscina do Centro Esportivo Santos Dumont apresentar turbidez que comprometeu a visualização do fundo. A competição começou na segunda-feira (15) e reúne 594 atletas de 123 clubes.
A mudança levou as provas para o Sport Club do Recife. Nadadores, treinadores e familiares relatam problemas estruturais no novo local, como espaço limitado, circulação restrita e condições consideradas inadequadas para as provas.
Problemas também foram descritos em áreas de apoio, como banheiros. Em relatos de participantes, mulheres teriam recorrido a baldes para urinar, evidenciando dificuldades de infraestrutura.
A CBDA lamentou os transtornos e informou que a decisão de alterar a programação ocorreu apenas por causa da turbidez, sem contaminação no equipamento do Santos Dumont, que continua monitorado.
A entidade justificou que a redução da visibilidade poderia dificultar a leitura das marcações no fundo da piscina e de referências usadas na natação competitiva, elevando o risco de impactos durante as provas.
Segundo o treinador Gino Zardo Degane, do Praia Clube (MG), a situação prejudicou atletas e familiares, especialmente pelo custo da participação, que varia entre R$ 4 mil e R$ 5 mil por atleta, incluindo deslocamento, hospedagem, alimentação e taxas.
Além das taxas regulares, clubes foram informados de uma cobrança adicional de R$ 44 por nadador, chamada de taxa de piscina. A CBDA afirma que o valor foi aprovado em assembleia com federações estaduais e representantes de atletas, o que tem gerado reclamação.
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