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Bombeiros apresentam 10 dicas de segurança em esportes de aventura

Bombeiros de MG recomendam dez dicas para prática segura de esportes de aventura, com planejamento, equipamentos certificados e equipes qualificadas para evitar acidentes

pessoas fazendo trilha em Minas Gerais
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  • CBMMG lançou dez dicas para praticar esportes de aventura, ressaltando planejamento, equipes qualificadas e equipamentos certificados para evitar acidentes.

  • Dicas destacam checagem dupla de sistemas de segurança, inspeção de equipamentos e uso de materiais certificados, além de planejamento de trilhas com alerta de retorno.

  • Também orientam conhecer os limites físicos, respeitar condições climáticas, levar itens de emergência e escolher operadores com treinamento adequado.

  • Em balonismo, a fiscalização da operação aeronáutica não é tarefa da corporação; órgãos como ANAC e DECEA ficam responsáveis, enquanto os bombeiros atuam em emergências e prevenção.

  • A legislação mineira (Lei nº 16.686/2007) estabelece regras, mas a regularização de eventos não é garantia de certificação técnica; a responsabilidade é compartilhada entre organizadores, operadores e praticantes.

Belo Horizonte, MG – Bombeiros de Minas Gerais divulgaram dez orientações para reduzir acidentes em esportes de aventura, após episódios recentes que ganharam repercussão nacional. A iniciativa foca planejamento, equipamentos certificados, equipes qualificadas e respeito aos limites.

A orientação destaca que atividades de aventura exigem preparo, procedimentos padronizados e acompanhamento de profissionais capacitados. A prevenção depende de checagens, inspeções diárias e orientação clara aos praticantes, segundo o CBMMG.

A corporação reforça a importância de evitar improvisos e de checar itens como cordas, capacetes, mosquetões e arneses antes de cada operação. Equipamentos devem ser certificados e mantidos dentro do prazo de validade.

O que fazer antes de iniciar a atividade

Antes de qualquer prática, é essencial confirmar a qualidade dos sistemas de segurança. Verificações duplas de ancoragens, travas e pontos de fixação ajudam a reduzir riscos, segundo os bombeiros. Condições climáticas também são determinantes.

Os profissionais devem conhecer bem os limites físicos e técnicos dos praticantes. Trilhas e canionismo exigem planejamento, com roteiros informados a familiares e controle de condições climáticas. Levar itens básicos de emergência é recomendado.

Responsabilidade de operadores e praticantes

Operadores devem planejar rotas, orientar participantes, avaliar riscos e manter meios de evacuação. A atuação envolve controle de grupo, comunicação de pontos de passagem e protocolos de resgate. Segurança é uma responsabilidade compartilhada.

O balonismo é citado como exemplo de atividade aérea. A fiscalização de regras de voo e espaço aéreo cabe a órgãos competentes, como ANAC e DECEA. Em emergências, bombeiros atuam em salvamentos e isolamento de áreas de risco.

Legislação e atuação regulatória

Minas Gerais possui uma lei estadual que regula atividades como escalada, rapel e voo livre, incluindo requisitos como responsável técnico, equipamentos certificados e planos de resgate. A assinatura de termo de riscos também é prevista.

A OK de regularização não representa certificação técnica da modalidade ou da empresa. O CBMMG avalia segurança do evento, mas a execução técnica fica a cargo de organizadores e profissionais habilitados, conforme a lei mineira.

Turismo de aventura em expansão

Minas Gerais abriga destinos como Serra do Cipó, Serra da Moeda, Pico do Ibituruna e Capitólio, entre outros, consolidando-se como polo nacional de esportes de aventura. A expansão demanda planejamento contínuo e responsabilidade de todos os envolvidos.

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