- Corrida Rústica Internacional do Agronegócio acontece no dia 12 de julho, em Petrolina, PE, com a terceira edição e percurso de quinze quilômetros.
- A prova tem homologação da World Athletics e Permit Ouro da Confederação Brasileira de Atletismo (CBAT), reunindo atletas de elite e corredores amadores.
- O Vale do São Francisco é o principal polo de fruticultura irrigada do país, respondendo por grande parte das exportações de uva e manga.
- Além do esporte, o evento impulsiona a economia local e o turismo esportivo, beneficiando hotelaria, comércio e serviços.
- Em 2025, nas disputas femininas, Núbia de Oliveira venceu com cinquenta e dois minutos e um segundo; no masculino, Mark Kiptoo levou o título em quarenta e três minutos e quarenta e três segundos.
A Corrida Rústica Internacional do Agronegócio volta a movimentar Petrolina (PE) no dia 12 de julho, com a terceira edição da prova de 15 km. A caminhada reúne atletas de elite e corredores amadores, sob homologação da World Athletics e Permit Ouro da CBAT, no Vale do São Francisco.
Promovida pela Seiva do Vale, a competição reforça a relação entre esporte, turismo e a força econômica da região, conhecida pela fruticultura irrigada. O Vale responde por grande parte das exportações brasileiras de uva e manga, fortalecendo o agronegócio nacional.
A certificação internacional garante validade oficial aos resultados para rankings da World Athletics, servindo também de referência para processos de qualificação em eventos nacionais e internacionais.
Dados do evento
Além da disputa principal, o evento atrai equipes, visitantes e atletas de diversas regiões, impulsionando a rede hoteleira, o comércio e os serviços locais. A prova tem papel relevante no turismo esportivo do sertão pernambucano.
Impacto e apoio local
A Seiva do Vale investe no atletismo regional, patrocinando a APA e projetos como as Escolinhas de Atletismo Sem Fronteiras, que atendem centenas de jovens em Pernambuco e na Bahia.
Na edição anterior, Núbia de Oliveira venceu no feminino, em 52min01, com Emily Chebet e Vivian Jeftanui Kiplagat completando o pódio. No masculino, Mark Kiptoo levou o título em 43min43, com compatriotas quenianos na sequência. Justino Pedro da Silva foi o melhor brasileiro, em sexto lugar.
Segundo o treinador Marciano Barros, a homologação do percurso e dos resultados é um diferencial importante, pois permite que atletas usem as marcas para pleitear benefícios como a Bolsa Atleta.
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