- MotoGP aboliu, a partir do GP da Holanda (26 a 28 de junho), os dispositivos de largada dianteiros.
- A partir do GP da Alemanha (10 a 12 de julho), será aumentado o espaço entre as motos no grid.
- Raúl Fernández afirmou que a largada pode ficar pior sem o dispositivo, citando Izan Guevara como exemplo de possível empinada na reta.
- Segundo ele, há possibilidade de mais penalidades por wheelies sem o dispositivo dianteiro.
- O piloto elogiou a ampliação do espaço no grid, mas questionou a remoção parcial do dispositivo e destacou a dificuldade de mudanças na moto no meio da temporada.
Nas últimas semanas, a MotoGP verificou mudanças no protocolo de largada para reforçar a segurança. A partir do GP da Holanda, o dispositivo de largada dianteiro será eliminado, e o espaçamento entre as motos no grid passará a aumentar a partir do GP da Alemanha. O retorno às pistas ocorre entre os dias 26 e 28 de junho, em Assen, na Holanda.
A medida surge após o incidente no GP da Hungria, que derrubou vários pilotos durante a largada. A nova configuração visa reduzir acidentes na primeira curva, porém aumenta a incompreensão sobre o comportamento da moto com menos auxílio técnico.
Novos protocolos de largada
Raúl Fernández analisou o impacto dos ajustes, citando que os pilotos podem chegar à primeira curva com menor velocidade sem o dispositivo dianteiro. Ele lembrou o episódio envolvendo Izan Guevara, que resultou em penalidade após um empinão na reta.
Segundo o piloto espanhol, a adaptação deve trazer inevitáveis wheelies e mudanças de direção nas primeiras corridas sem o dispositivo. Ele também comentou que o aumento do espaço entre as motos no grid pode ser útil, mas criticou a possibilidade de manter apenas parte do sistema antigo.
Opiniões sobre o espaço no grid
Fernández reconheceu a dificuldade de alterações no meio da temporada, especialmente para remover apenas o dispositivo da frente. Mesmo assim, valorizou a mudança no espaçamento, destacando que a decisão pode impactar a dinâmica das largadas a partir do GP da Alemanha, com avaliação contínua ao longo das próximas etapas.
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