- Em 2018, Thiago Seyboth Wild foi campeão do US Open juvenil e, em 2020, venceu um torneio de nível ATP em Santiago, tornando-se uma das grandes promessas do tênis brasileiro.
- A pandemia atrasou a carreira e o relacionamento com Thayane Lima ganhou mídia, levando a acusações e à exposição das situações pessoais, o que impactou o ranking, que caiu a 417 colocado em março de 2023.
- A partir de 2023, Wild voltou a subir posições, chegou a 58º em 2024 e teve vitórias relevantes contra tenistas de alto ranking, como Medvedev, Fritz, Musetti e Khachanov.
- No fim de 2024, o brasileiro passou por quatro cirurgias (três hérnias inguinais e ombro esquerdo); em 2025 enfrentou nova sequência de lesões que atrasaram seu retorno, incluindo uma distensão no psoas e um tropeço que agravou a recuperação.
- Atualmente Wild está saudável e buscando retornar ao topo do ranking; tem patrocínios com Vuori, EQI, Wilson e MGT, trabalha com o treinador Duda Matos e comenta o cenário do tênis brasileiro, incluindo o efeito Fonseca e a participação na Copa Davis.
Thiago Seyboth Wild, ex-estrela promissora do tênis brasileiro, viveu um período de altos e baixos que marcou sua carreira. O presente texto revisita os acontecimentos que moldaram sua trajetória desde o sucesso juvenil até os desafios recentes, com foco em fatos verificados.
Em 2018, Thiago venceu o US Open juvenil, abrindo caminho para destaque nacional. Dois anos depois, em Santiago, tornou-se o brasileiro mais jovem a conquistar um título de nível ATP aos 19 anos. O momento elevou o interesse pela carreira do paranaense.
A pandemia interrompeu o circuito mundial e houve desdobramentos extratorneio que afetaram seu foco. Um relacionamento anterior ganhou notoriedade pública, trazendo relatos e ações judiciais envolvendo a ex-namorada. Os impactos pessoais influenciaram parte da trajetória no tênis.
Thiago descreveu, em entrevista gravada em Piracicaba, ter se deslumbrado com o sucesso e perdido o foco durante esse período. O ranking caiu: de perto do top 100 para a posição 417 em março de 2023, momento citado pelo próprio atleta como parte de um ciclo de amadurecimento.
A recuperação começou em 2023, com vitórias relevantes e subida gradual no ranking. Entre os momentos de destaque, o ápice recente incluiu vitória sobre adversários de alto nível e avanços para fases de torneios importantes em 2024. Em paralelo, houve reconhecimentos de que o período de maior exposição exigiu ajustes pessoais e técnicos.
Lesões e cirurgias passaram a fazer parte dos relatos recentes. No final de 2024, Thiago realizou quatro operações, sendo três hérnias inguinais e um problema no ombro esquerdo, o que atrapalhou o planejamento para 2025. A temporada começou com recuperação longa e consequências na preparação.
Em 2025, o retorno ganhou contornos: uma distensão no psoas gerou nova pausa e, ao retornar, houve tropeço que resultou em queda de rendimento. Mesmo assim, o atleta manteve o foco em reconstruir ritmo competitivo, com a expectativa de retomar o caminho de resultados expressivos.
No momento, Thiago está em processo de retomada física e esportiva. O atleta relata estar saudável após a fase de recuperação e busca engatar uma sequência de torneios para recuperar o ritmo. O objetivo inicial destacado é retornar ao top 100.
Sobre patrocínios, o atleta atua com contratos de suporte de marcas nacionais e internacionais. Entre as parcerias, constam vínculos com empresas de equipamentos e vestuário, além de instituições de apoio financeiro. O conjunto de patrocínios visa sustentar a atuação em circuitos profissionais.
Na avaliação atual, Thiago Wild mantém um ambiente de trabalho estável com a família, apoios de treinadores e equipe técnica. O foco permanece na recuperação física, no acerto técnico e na construção de uma nova fase da carreira, sem pressa para definir prazos.
O episódio de objetivos de longo prazo envolve uma nova meta de retornar ao ranking de topo. Entre as prioridades estão manter consistência em torneios, desenvolver ritmo de jogo e consolidar uma base sólida para novas temporadas, sem projeção de resultados imediatos.
Sobre o cenário do tênis brasileiro, Thiago reconhece avanços recentes e cita o chamado Efeito Fonseca como um impulso para a visibilidade e o desenvolvimento de jovens atletas. Ele reforça a importância de uma sequência de projetos e de apoio contínuo para o fortalecimento do tênis nacional.
Em relação à Copa Davis, o jogador afirma manter relação cordial com a comissão técnica e destaca a liberdade de escolha do capitão para compor o time. A perspectiva é de alinhar decisões com o objetivo de maximizar o desempenho da equipe nas competições internacionais.
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