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Verstappen prevê cenário preocupante com baterias no GP da Inglaterra

Verstappen aponta GP da Inglaterra como teste de fogo para baterias de 2026; recarga dificulta em traçado de alta velocidade

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  • Max Verstappen disse estar preocupado com a gestão de baterias nos carros de 2026 para o GP da Inglaterra, após testes no simulador que mostraram dificuldade de recarga em um traçado de alta velocidade.
  • O piloto afirmou que a pista inglesa exige energia quase o tempo todo, o que pode tornar a economia de energia o principal desafio para as equipes.
  • Segundo ele, o circuito da Áustria permite regenerar carga com longas retas e zonas de frenagem, ao contrário de Inglaterra, onde há menos oportunidades de recarregar as baterias.
  • Verstappen também avaliou o desempenho no GP da Áustria, elogiando as atualizações que trouxeram aderência, mas admitiu que o equilíbrio do carro piorou na segunda metade da prova devido a problemas no eixo traseiro, o que dificultou a passagem sobre zebras e ondulações.

Max Verstappen se mostrou preocupado com o gerenciamento de baterias dos carros de 2026 após testes no simulador. O piloto da Red Bull avaliou o GP da Inglaterra como um teste de fogo para a nova geração de motores, diante de um traçado de alta velocidade.

A avaliação veio após uma simulação em que a bateria ficou sob forte exigência, levando o tetracampeão a rir da dificuldade prevista. Segundo ele, a pista inglesa exige manter o motor em potência constante, o que dificulta a gestão de energia.

Desafios de energia no GP da Inglaterra

O circuito inglês, com poucas zonas de frenagem pesada, reduz as possibilidades de regeneração. Em circuitos com longas retas, como a Áustria, é mais fácil recarregar a bateria, enquanto aqui a repartição entre carga e consumo fica comprometida.

Verstappen também comentou o desempenho recente no GP da Áustria. Mesmo com melhorias na aderência e velocidade em curvas, o equilíbrio do carro piorou na segunda metade da prova devido a problemas no eixo traseiro, dificultando a condução sobre zebras e ondulações.

Segundo o piloto, entender a queda de rendimento nesse tipo de prova passa a ser prioridade para a equipe nas próximas corridas, para ajustar o conjunto e manter a competitividade.

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