- Raquel Piltcher mira terminar o ano entre as 55 primeiras do mundo e representar o Brasil no Mundial de Padel, além dos Majors de Roland Garros, Kuwait e Acapulco.
- A atleta, que mora na Espanha, retornou às competições em junho de 2025 após nove meses afastada devido a uma cirurgia no cotovelo; na volta, estava na posição 230 e com 40 pontos.
- A mudança para a Espanha, onde treina diariamente no principal centro do padel, foi determinante para alcançar o ritmo das melhores do mundo.
- Entre seus melhores resultados desde o retorno, destacam-se as chaves principais dos Majors do Kuwait e de Acapulo, além da semifinal no Platinum de Marselha.
- Raquel enfatiza que o padel cresce no Brasil, mas ainda enfrenta desafios como calendário, torneios e formação de treinadores para elevar o nível nacional.
Raquel Piltcher está de volta ao circuito internacional de padel após uma cirurgia no cotovelo, em 2025. A brasileira mora na Espanha e mira a melhoria contínua da carreira, buscando terminar a temporada entre as 55 melhores do mundo e representar o Brasil no Mundial.
A atleta ressaltou a importância da recuperação e do retorno, após nove meses afastada. Mesmo com o ranking caído para 230 no retorno, conquistou o Top 100 ao final do ano e se prepara para os grandes torneios da temporada.
A mudança para a Espanha foi decisiva, com treinos diários em um ambiente de alto rendimento. A experiência permitiu atuar ao lado de atletas de alto nível e acelerar o ritmo de competição, segundo a própria jogadora.
Retorno e balanço inicial
Entre as vitórias relevantes desde o retorno, Raquel cita as chaves principais dos Majors do Kuwait e de Acapulco, além da semifinal no Platinum de Marselha. A participação em Marselha consolidou a percepção de estar no auge novamente.
Metas para 2026
Para o restante da temporada, a brasileira foca em terminar entre as 55 melhores do mundo, disputar os Majors de Roland Garros, Kuwait e Acapulco e defender o Brasil no Mundial de Padel.
Contexto do padel no Brasil
Raquel vê o crescimento do esporte como positivo, destacando a facilidade de acesso e a formação de uma comunidade forte ao redor da prática. Ela acredita que o país precisa ampliar calendário, torneios e treinamento de treinadores para evoluir no cenário internacional.
Desafio de manter o nível competitivo
Além dos objetivos individuais, a atleta acompanha a expansão do padel no Brasil e no mundo. Mesmo com o avanço, Raquel aponta desafios relacionados a infraestrutura, custo de competição na Europa e carência de academias de alto nível no Brasil.
Conclusão de trajetória
Raquel expressa desejo de aproximar sua história do público brasileiro, mostrando a possibilidade de competir em alto nível ao atender às exigências do circuito global. A jogadora mantém o foco no retorno aos melhores patamares e no desenvolvimento do esporte no país.
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