- No sábado, 4 de julho, os US Eagles masculino enfrentam Portugal no Nations Cup, em Denver, na abertura da competição.
- As Eagles femininas jogam em Joanesburgo contra a África do Sul, na primeira de duas partidas, em cartel duplo com o jogo masculino.
- Kate Zackary faz sua 50ª internacional pela seleção feminina; a capitã Georgie Perris-Redding ressalta o marco e a importância do crescimento do rugby feminino.
- O técnico Scott Lawrence destaca a diversidade do elenco e a preparação para enfrentar adversários variados, com atletas atuando tanto nos EUA quanto pela Europa.
- Portugal ficou com o título da Rugby Europe Championship ao derrotar a Geórgia, reforçando o desafio enfrentado pela seleção dos EUA.
O Dia da Independência dos EUA não impede as seleções de rugby de seguirem com foco competitivo. Os Eagles masculinos enfrentam Portugal em Denver pelo Nations Cup de World Rugby, enquanto as mulheres jogam em Joanesburgo a primeira de duas partidas contra a África do Sul. A dupla disputa simboliza ritmo esportivo e celebração cívica no 4 de julho.
Em Denver, o técnico dos homens, Scott Lawrence, reuniu o elenco para reforçar o orgulho nacional e o espírito de equipe. O time treinou com atividades que destacaram diversidade cultural e integração, elementos vistos como parte essencial da identidade da equipe. Jogadores com passagem por ligas europeias são parte do plantel, que busca evoluir no Haggar Field.
Em Joanesburgo, as mulheres enfrentam a África do Sul numa double bill que também traz o confronto da seleção masculina contra a Inglaterra. A capitã Georgie Perris-Redding, nascida nos EUA e com trajetória internacional, faz parte da liderança que busca ampliar o alcance do rugby feminino no país. Kate Zackary soma sua 50ª internacional, chegando ao feito após atuações recentes na Europa.
Jogos e perspectivas
A seleção masculina encara o Portugal, adversário que venceu a Georgia para conquistar o título da Rugby Europe Championship e que busca manter o ritmo após a derrota da última edição da Copa do Mundo. Lawrence ressaltou a importância de manter o set piece firme e o jogo de chute, pilares para a disputa internacional. O grupo também conta com jogadores que atuam na Liga de Rugby dos EUA e em ligas europeias, ampliando a qualidade técnica.
Pelo lado feminino, a equipe americana chega com experiência de torneios internacionais, após a passagem brasileira pela Pac Four em abril. A seleção sul-africana vem de campanha sólida na Copa do Mundo. A expectativa é de um duelo físico, com pacotes de segunda linha experientes, alinhados à estratégia da treinadora. A missão é manter o desempenho e promover o crescimento do rugby feminino no país.
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