O Atlético-MG empatou em 3 a 3 com o Fortaleza na Arena MRV, em uma partida atrasada da 16ª rodada do Campeonato Brasileiro. O jogo foi marcado por um pênalti polêmico que gerou reclamações da equipe mineira, especialmente após uma disputa entre Ruan e Gastón Ávila.
Durante o segundo tempo, aos 19 minutos, o árbitro consultou o VAR para revisar um lance em que Ruan, ao tentar cabecear, atingiu o rosto de Ávila com o cotovelo. A decisão de marcar a falta e aplicar um cartão amarelo ao defensor do Atlético provocou revolta entre jogadores e comissão técnica, incluindo o técnico Sampaoli, que também foi advertido por reclamação.
O goleiro Éverson comentou sobre a desatenção do time no segundo tempo, afirmando que isso contribuiu para o empate. Ele ressaltou que a equipe voltou desatenta após o intervalo, permitindo que o Fortaleza se reestabelecesse no jogo. “Estávamos desatentos sem um grau de concentração necessária”, disse o goleiro.
Críticas à Arbitragem
Os jogadores do Atlético-MG não pouparam críticas à arbitragem. Hulk, por sua vez, lamentou a falta de critério nas decisões, afirmando que já viu pênaltis semelhantes serem marcados e outros não. “Infelizmente não foi o resultado que queríamos, mas seguimos para aprender e errar menos”, declarou.
A insatisfação com a arbitragem foi um ponto comum entre os atletas, que esperam que as decisões sejam mais consistentes em jogos futuros. O empate deixa o Atlético-MG em uma situação delicada na tabela, exigindo uma análise cuidadosa para os próximos confrontos.
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