O Palmeiras enfrentou o Vitória na quarta-feira (19), no Allianz Parque, buscando encerrar uma sequência de duas derrotas no Campeonato Brasileiro. Com o retorno de Allan e Andreas Pereira, o time alviverde entrou em campo com uma formação defensiva, priorizando a solidez atrás.
Durante o primeiro tempo, a partida foi marcada por poucas oportunidades e muitos erros. A polêmica surgiu aos 47 minutos, quando o volante Baralhas, do Vitória, foi acusado de tocar a bola com o braço após um cruzamento. A reclamação de jogadores e da comissão técnica do Palmeiras foi intensa, mas o árbitro Lucas Paulo Torezin decidiu seguir o jogo após revisão do VAR, gerando revolta entre os torcedores.
Repercussão da Arbitragem
A decisão de não marcar o pênalti rapidamente se espalhou nas redes sociais, onde muitos torcedores expressaram sua indignação. A insatisfação foi palpável no Allianz Parque, com gritos de “erro grave” direcionados à arbitragem. O Palmeiras, que dominou a posse de bola, encontrou dificuldades para criar jogadas efetivas, resultando em apenas 34% de posse para o Vitória.
No segundo tempo, o técnico Abel Ferreira fez alterações, colocando Vitor Roque e Felipe Anderson em campo, na tentativa de aumentar a pressão sobre a defesa adversária. Apesar das mudanças, o time não conseguiu converter a posse em gols. A defesa do Vitória se mostrou sólida, neutralizando diversas tentativas de ataque do Palmeiras.
Nos minutos finais, a torcida voltou a pedir pênalti, mas novamente o árbitro mandou o jogo seguir. O Palmeiras pressionou, mas a partida terminou sem que o time conseguisse marcar, evidenciando a necessidade de ajustes na equipe para os próximos desafios do Brasileirão.
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