O Brasil teve sua melhor campanha histórica no Mundial de Taekwondo, em Wuxi (2025). Ao todo foram quatro pódios: duas medalhas de ouro, duas de prata. Maria Clara Pacheco e Henrique Marques subiram ao topo, enquanto Milena Titoneli e Netinho chegaram às pratas.
A equipe avançou de forma contundente após o ciclo olímpico, com foco em tática e leitura de luta. O grupo também mostrou evolução após os Jogos de Paris, consolidando o Taekwondo brasileiro como forte na modalidade.
Mudanças no treinamento
Maria Clara Pacheco passou por mudanças significativas: trocou de treinador, adotou estrutura multidisciplinar e passou a ter planejamento individualizado. Houve ajuste de peso, com passagem para 57 kg, para atender ao novo eixo de preparação.
O preparo físico ficou sob a responsabilidade de Ariel, que coordena a equipe de Henrique, Netinho e Milena. O ciclo priorizou o equilíbrio entre intensidade e recuperação, com monitoramento rigoroso de cargas físicas e técnicas. Em consequência, os atletas chegaram ao Mundial em condições ideais.
Ações de alto rendimento incluíram leitura de luta ampliada e foco tático. A estratégia de carga variada permitiu acumular mais lutas sem sobrecarregar, o que contribuiu para a obtenção das medalhas. O desempenho reforça a posição do Brasil como potência emergente no Taekwondo.
Entre na conversa da comunidade