O título de 2025 da Fórmula 1 ficou definido no Grande Prêmio de Abu Dhabi, no dia 7. Lando Norris, da McLaren, terminou em terceiro lugar na prova e garantiu o campeonato, superando Oscar Piastri e Max Verstappen. O principal prêmio financeiro veio na forma de um bônus de US$ 10 milhões, elevando seus ganhos na temporada para US$ 57,5 milhões.
Norris somou um salário de US$ 18 milhões e bônus de desempenho que totalizaram US$ 29,5 milhões na temporada. Ainda assim, o líder de receitas financeiras ficou com Verstappen, cuja renda estimada foi de US$ 76 milhões, incluindo US$ 65 milhões de salário e US$ 11 milhões em bônus.
Hamilton, que fechou a temporada em segundo lugar no ranking financeiro, teve salário estimado em US$ 70 milhões e recebeu cerca de US$ 0,5 milhão em bônus na sua primeira temporada pela Ferrari. Leclerc, também na Ferrari, figura entre os que tiveram reajustes salariais significativos, com ganhos estimados em US$ 30 milhões.
O conjunto de pilotos mais bem pagos da Fórmula 1 gerou aproximadamente US$ 363 milhões em salários e bônus na temporada, aumento de 15% frente a 2024. O patamar representa salto de 72% desde que a Forbes começou a publicar o ranking, em 2021.
Entre os aumentos, destacam-se dois estreantes: Lance Stroll, da Aston Martin, com US$ 13,5 milhões, e Kimi Antonelli, da Mercedes, com US$ 12,5 milhões. O levantamento também registra mudanças de elenco, como a saída de Pérez da Red Bull e a temporada ruim de Gasly na Alpine, que impactaram as chances de bônus.
Entre na conversa da comunidade