O Praia Clube foi derrotado por Conegliano, da Itália, por 3 a 0 no Mundial de Clubes de vôlei. A partida ocorreu na tarde desta quinta-feira, com o Conegliano impondo ritmo, mas o apoio da torcida brasileira mantendo a energia do time.
Adenízia, central de 38 anos que já atuou no Brasil e na Europa, reconhece a diferença de nível entre as ligas. Ela aponta que o desafio internacional exige uma estrutura maior, especialmente para competir em campeonatos como Mundial e Champions League.
A jogadora destacou o crescimento do Praia Clube e reforçou a necessidade de montar equipes com foco no cenário mundial para competir com frequência. A experiência serve como aprendizado para a sequência da temporada e a superação de obstáculos.
Investimento e domínio europeu
Gabi Guimarães comenta que o investimento europeu é significativamente superior e que isso sustenta o domínio de Itália e Turquia no voleibol mundial. Segundo ela, as melhores jogadoras hoje atuam nesses países.
Brait afirma que o histórico da seleção brasileira mostra mudanças: hoje não há grandes representantes da equipe nacional no clube campeonatos, o que reflete o investimento menor no Brasil.
Rui Moreira, técnico do Praia, diz que o voleibol europeu combina investimento robusto com jogo técnico mais físico, agressivo e veloz, fatores que ajudam a dominar o cenário internacional.
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