Mirassol anunciou a venda de Jemmes ao Fluminense por 4 milhões de dólares, cerca de 22 milhões de reais, a maior transação da história do clube. O negócio amplia a visibilidade de atletas do elenco no mercado nacional.
A transferência ocorre após o clube já ter passado por movimentações relevantes no passado, como a venda de Luiz Araújo ao São Paulo e depois ao Lille, que gerou receita e consolidou o planejamento financeiro. A direção mantém 30% dos direitos federativos.
Com o êxito, o Mirassol reitera o foco em manter a Série A e ampliar as pretensões para a Libertadores em 2026. Um CT de alta tecnologia, inaugurado em 2019, é apontado como parte da base para esse avanço.
A diretoria reforça que as receitas de transferências subsidiam o planejamento sem ações de alto risco no mercado. Em 2017, Araújo foi vendido ao Lille, gerando retorno de cerca de 8 milhões de reais ao clube.
Jemmes foi destaque da defesa do Mirassol, reforçando o desempenho que levou ao negócio com o Fluminense. A equipe segue a preparação para a disputa da fase de grupos da Libertadores, prevista para abril.
Jogadores que deixaram o Mirassol ao fim da temporada incluem: Bruno Bertinato, Chico da Costa, Danielzinho, Gabriel, Gabriel Knesowitsch, Guilherme Marques, Maceió, Matheus Bianqui, Matheus Sales e PH.
Esses movimientos refletem a estratégia de manter força competitiva com equilíbrio financeiro, priorizando planejamento e sustentabilidade. A gestão reitera objetivos para 2026, mantendo o clube estável na elite nacional.
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