Ana Sátila viveu um 2025 de altos e baixos após a Olimpíada. A temporada começou com pausa por pedras na vesícula, o que a levou a ficar cinco dias internada na Espanha e a perder as três primeiras etapas da Copa do Mundo de canoagem slalom.
A cirurgia de retirada da vesícula foi definida entre a equipe médica da CBCa e o COB, após o Mundial de slalom no início de outubro. Ela disputou a Copa do Mundo da Alemanha em setembro, conquistando prata, e voltou ao Mundial com duas medalhas de bronze.
Saída do Botafogo
Durante a recuperação, Ana anunciou o término do vínculo com o Botafogo, clube que representou por dois anos. A atleta criticou o tratamento a modalidades olímpicas após mudança na presidência, destacando que o atleta não pode ser tratado como objeto.
Mesmo com os reveses, o ano terminou positivamente para a canoísta. Os resultados na temporada internacional atingiram as metas do primeiro ano do ciclo olímpico, e ela encerrou o ano como a melhor atleta de canoagem no Prêmio Brasil Olímpico.
Ao mirar LA 2028, Ana Sátila chega mais madura para retomar a rotina de treinos e manter a trajetória de destaque, reconhecida pelos torcedores.
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