O Corinthians continua impedido de inscrever atletas por punições da FIFA e da CBF. A penalidade da FIFA, desde agosto do ano passado, soma R$ 40 milhões pela compra de Félix Torres. A segunda envolve atraso no CNRD, relançando a pressão sobre o clube.
O principal credor no acordo com a CBF é o Cuiabá, com cerca de R$ 18 milhões pela contratação de Raniele. A diretoria trabalha para quitar dívidas ainda em janeiro, abrindo espaço para o mercado de transferências.
A estratégia envolve usar parte da premiação da Copa do Brasil e buscar um empréstimo interno. A Caixa reteve aproximadamente 50% do prêmio, estimado em R$ 69 milhões, devido a acordo de financiamento do estádio.
Além disso, a gestão busca reforços sem custo. O objetivo é suprir lacunas com atletas de fim de contrato, mantendo o giro de mercado sem desembolso imediato. A prioridade é reforços pontuais para 2026.
Perfil de reforços
A diretoria analisa opções de jogadores livres ou com custos baixos. Dorival Júnior pediu quatro nomes na montagem inicial, mas, até o momento, apenas Vitinho foi contratado. Angileri é citado como possível recontratação de contrato próximo do fim.
O presidente Osmar Stabile ressaltou a atuação dentro da realidade financeira do clube. Em entrevista, ele afirmou que reforços virão apenas para atender às 5 competições de 2026, mantendo orçamento restrito.
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