Em entrevista ao podcast Basticast, Mari awaiteda a razão do seu corte da seleção brasileira feminina de vôlei às vésperas dos Jogos Olímpicos de Londres 2012. A ex-jogadora, campeã olímpica em Pequim 2008, explica que decidiu permanecer no Rexona/Unilever, hoje Sesc RJ Flamengo, após avaliar propostas de clubes concorrentes. A decisão ocorreu em meio a conversas com o treinador José Roberto Guimarães e com Bernardo Rezende, o Bernardinho.
Segundo Mari, o tema envolveu uma opção entre continuar no Brasil ou aceitar uma oferta do Fenerbahçe, treinados pela mesma comissão técnica. Ela afirma ter considerado as duas opções como justas, mas optou por ficar no Brasil por mais um ano, o que gerou descontentamento do então técnico da Seleção, Zé Roberto Guimarães.
O relato aponta que Zé Roberto incentivava a transferência para o clube turco para treinar com ele, visando a Olimpíada de 2012. A ex-jogadora afirma ter ficado em dúvida diante do impasse entre o desejo de seguir com Bernardinho no Rexona e a oportunidade de treinar com Zé Roberto no Fenerbahçe.
O dia do corte ficou marcado pela decisão tomada pela comissão técnica. Mari descreve que, ao retornar da lavanderia, foi informada de que precisava se separar da equipe por falta de confiança. Ela relata a conversa direta e objetiva, sem rodeios, que encerrou seu ciclo com a Seleção na ocasião.
Mesmo com o desfecho considerado injusto pela atleta na época, Mari destaca que houve reconciliação após o episódio. Ela afirma ter encontrado Zé Roberto posteriormente e que os dois já superaram o momento, mantendo o diálogo aberto desde então.
A notícia reforça que, na edição londrina dos Jogos, a Seleção Brasileira passou a conquistar a medalha de ouro, mantendo o ciclo vitorioso com Bernardinho à frente do comando técnico. A experiência de Mari no elenco olímpicamente vitorioso é apresentada pela atleta como parte de uma trajetória marcada por decisões difíceis e pelo alto nível de competição ao redor da seleção.
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