O Atlético Mineiro encara o início do Brasileirão com a pressão por resultados no estadual ainda recente. Promessas da base aparecem como possível solução técnica para o elenco principal, ou como opção pontual em emergências. A dúvida é se os jovens estão prontos para subir de fato ao time profissional.
A situação envolve Kauã Pascini e Renan Lodi como opções para o setor de defesa/entrada de campo, abrindo espaço para que jovens atuem como reservas. A leitura é de que o grupo pode contar com esses atletas ao longo da temporada, conforme necessidade do clube.
No meio-campo, a concorrência é acirrada. Além de remanescentes da temporada passada, o Galo reforçou o setor com Maycon e Victor Hugo. A tendência é de participação esporádica dos jovens nesse setor, com oportunidades pontuais conforme o desempenho e a necessidade do elenco.
No ataque, o cenário é semelhante. Alan Minda e Cassierra chegaram para disputar posições, mas dois jovens que atuaram na Copa São Paulo chamam atenção: Gabriel Veneno e Mosquito. Mesmo com eliminação precoce, eles são citados como alternativas viáveis para o time principal.
Um fator que pode favorecer a utilização de jovens é a baixa eficiência ofensiva da equipe, apontada por Jorge Sampaoli. Se mantiver esse diagnóstico, há a possibilidade de acertos pontuais aos atletas da base ao longo da temporada.
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