Stan Wawrinka, suíço de 40 anos, está em temporada de despedida do tênis profissional. Campeão de Roland Garros 2015, ele abriu o Australian Open de 2024 pela última vez, chegando à terceira rodada após derrota para Taylor Fritz.
O veterano, que já foi número 3 do mundo, soma 16 vitórias em finais de Grand Slams. Em Melbourne, conquistou seu terceiro título de Slam em 2014, diante de Rafael Nadal na decisão. A campanha incluiu vencer Djokovic nas quartas.
Wawrinka ainda soma uma medalha de ouro em duplas olímpicas (Pequim 2008), ao lado de Roger Federer. No Open de 2023, atingiu a terceira rodada como convidado da organização, permanecendo como hoje ranked 139º do mundo.
Na temporada atual, o suíço quebrou o recorde da Era Aberta de partidas de cinco sets em Slams, com 49 embates nesse formato, superando Federer. O feito reforça a imagem de longos duelos em grandes torneios.
Entre curiosidades da trajetória, o título de Paris 2015 se consolidou com vitória sobre Djokovic, após quartas contra Federer. Em 2016, finalista do US Open, Wawrinka levou a virada para o sérvio, em linha de continuidade de grandes duelos.
Mesmo com o tamanho do legado, a continuidade aos Grand Slams ainda depende de convites de organizadores. Pelas próximas edições, há expectativa de participações em Roland Garros, Wimbledon e US Open, conforme a agenda da temporada.
Perspectivas na carreira
A imprensa especializada aponta que o suíço merece uma despedida condizente com o status de tricampeão de Slam. Mantendo a performance atual, novas indicações devem surgir para compromissos de alto nível até o fim de 2026.
Fonte dos dados: trajetória em Grand Slams, resultados recentes e recordes da Era Aberta. As informações destacam a importância de Wawrinka no cenário do tênis mundial, marcando o fim de uma era de grandes duelos no circuito.
Entre na conversa da comunidade