A Palmeiras venceu o São Paulo na semifinal do Campeonato Paulista, disputada no último domingo (1). A decisão gerou polêmicas sobre a arbitragem, especialmente em relação às marcas da árbitra Daiane Muniz. O Tricolor contesta decisões da profissional que comandou o clássico.
A presidente do Palmeiras, Leila Pereira, afirmou que críticas à arbitragem devem ocorrer apenas nos canais adequados e rejeitou a ideia de recorrer à imprensa para questionar decisões. Ela sinalizou que erros existem, mas não terceiriza a responsabilidade pelos resultados.
A dirigente ressaltou que o clube discute erros apenas com quem pode resolvê-los, como a Federação Paulista de Futebol ou a CBF. Ela destacou que não é prática do Palmeiras desabafar publicamente sobre arbitragem ou recorrer a “chilique”.
Rui Costa, executivo de futebol do São Paulo, comentou após a derrota contestando uma possível penalidade não marcada em lance envolvendo o braço do zagueiro Gustavo Gómez. O clube aponta que houve inconsistência na condução do árbitro Daiane Muniz.
Panorama e desdobramentos
Leila enfatizou que houve falhas na arbitragem, mas reforçou que o Palmeiras não terceiriza responsabilidades. Ela cita exemplos de situações passadas, incluindo finais de Libertadores, sem defender críticas públicas como prática comum no clube.
O Palmeiras mantém a postura de buscar soluções formais para eventuais erros, evitando debates públicos sobre arbitragem. A resposta envolve comunicação com as entidades competentes, sem adversidade aberta aos órgãos de arbitragem.
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