Leonardo Jardim deixou o Cruzeiro em dezembro de 2025, após a derrota nos pênaltis para o Corinthians na semifinal da Copa do Brasil. O treinador se despediu em entrevista coletiva na Toca da Raposa II, citando motivos familiares e a impossibilidade de seguir no cargo com o mesmo rendimento. A saída não agradou a torcida, mas foi tratada como necessária pela diretoria.
O dono da SAF, Pedro Lourenço, afirmou ter tentado convencer Jardim a permanecer. O presidente destacou que o técnico não pediu reajuste nem condições especiais e elogiou a dedicação da comissão. Lourenço disse que a relação com o técnico permaneceu profissional e afetuosa, apesar da decisão tomada.
Trajetória de Jardim no Cruzeiro aponta resultados expressivos. Contratado em fevereiro de 2025, ele deixou o clube com contrato até o fim de 2026, mas não completou o período. Sob seu comando, o Cruzeiro teve destaque no Campeonato Brasileiro, terminando no pódio, e avançou a Libertadores. Foram 55 jogos em 2025, com 25 vitórias, 18 empates e 12 derrotas.
Antes da coletiva de despedida, Jardim enfatizou que o desgaste pessoal e profissional pesou na decisão. Em tom reservado, ressaltou que não conseguiria manter o mesmo nível de entregas no próximo ano. A instituição agradeceu o trabalho dele e a dedicação à equipe.
Sobre o futuro imediato, a imprensa aponta que Jardim deverá assumir o comando do Flamengo, conforme informações já veiculadas. A mudança ainda não foi oficialmente confirmada pelo clube carioca, que não divulgou detalhes sobre o planejamento para 2026. A expectativa envolve a continuidade da aposta técnica após a saída do treinador.
Pedrinho comenta a decisão
Antes da coletiva, Pedro Lourenço ressaltou que a saída foi motivo de renda de preocupação para a diretoria, mas foi aceita pela necessidade familiar do treinador. O dirigente enfatizou o reconhecimento pelo trabalho realizado e pela postura profissional de Jardim durante o período.
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