Filipe Luís pode ter sido apenas o primeiro a deixar o Flamengo em 2026. O clube sinaliza que o próximo cargo a ser reestruturado será o de diretor de futebol, ocupado por José Boto desde o início da gestão de Bap. As informações são da ESPN.
O Rubro-Negro encara uma reformulação no departamento de futebol, iniciando pela liderança. O presidente do clube avalia perfis: um atleta com experiência de campo ou um dirigente com perfil executivo. A ideia é reduzir a lacuna entre jogadores e diretoria, buscando quem transite bem entre os ambientes.
Segundo o Ge, há dois nomes em estudo: Fábio Luciano, ex-jogador e hoje comentarista, e Edu Gaspar, que já atuou na seleção, no Arsenal e no Nottingham Forest. A diretoria quer alguém capaz de mediar relações entre elenco e diretoria e prevê afastar o atual ocupante assim que houver a escolha.
Nomes no radar
A demissão de Filipe Luís acentuou desgaste entre o elenco e a diretoria. A decisão, comunicada após a vitória por 8 a 0 sobre o Madureira na semifinal do Carioca, pegou o elenco de surpresa. A maioria dos jogadores soube da dispensa pela imprensa.
No retorno ao Ninho do Urubu, Boto conversou rapidamente com os atletas sobre o episódio, enfatizando a responsabilidade do grupo pelo início de 2026. Não houve posicionamento público das lideranças do elenco na ocasião.
Boto afirmou, em entrevista coletiva na apresentação de Leonardo Jardim, que a saída de Filipe Luís decorreu de uma avaliação interna após sua chegada. O dirigente disse ter feito o diagnóstico, apresentado solução e contado com a aprovação da presidência para o andamento do processo.
Contexto e próximos passos
A diretoria pretende definir o substituto de Filipe Luís em breve, com a ideia de manter o cargo ocupado e evitar vagas no futebol. A mudança é descrita como parte de uma revisão maior do setor, que deverá impactar a relação com o elenco de jogadores e a gestão dia a dia no Ninho do Urubu.
A notícia foi veiculada pela ESPN, com apoio do Ge, e menciona ainda o posicionamento da presidência do Flamengo, liderada por Luiz Eduardo Baptista, conhecida como Bap, na condução do processo. Fontes também indicam que a decisão final depende de consenso entre diretoria e conselho do clube.
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